Mostrando postagens com marcador Vida eterna. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vida eterna. Mostrar todas as postagens
sábado, 16 de novembro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
GUILHERME MILLER Pai do Movimento do Advento nos E.U.A.
“A LINHA ‘numerada’ representa o período completo dos 2300 dias-anos, o maior período profético mencionado na Bíblia. Começando em 457 antes de Cristo, quando foi emitido o decreto para se restaurar e construir Jerusalém (Esd. 7:11-26; Dan. 9:25), contam-se sete semanas (49 anos), para indicar-se o tempo empregado na obra da restauração. Estas sete semanas são, contudo, parte das sessenta e nove semanas (483 anos) que deviam estender-se até o Messias, o Ungido. Cristo foi ungido no ano 27 da nossa era, por ocasião do Seu batismo (Mat. 3:13-17; Atos 10:38). No meio da septuagésima semana (ano 31), Cristo foi crucificado, ou ‘desarraigado’, o que determinou o tempo em que os sacrifícios e oblações do santuário terrestre deveriam cessar (Dan. 9:26 e 27). Os três e meio anos restantes desta semana chegam ao ano 34, ou ao apedrejamento de Estêvão, e à grande perseguição da Igreja de Jerusalém que se seguiu (Atos 7:59; 8:1). Isto assinala o final das setenta semanas, ou 490 anos, concedidos ao povo judeu.
“Ora, as setenta semanas fazem parte dos 2300 dias; e como elas chegam até ao ano 34, os restantes 1810 anos do período de 2300 dias-anos devem atingir o ano 1844, em que a obra do juízo, ou purificação do santuário celestial, devia começar (Apoc. 14:6 e 7). Por este tempo começaram os pesquisadores da Palavra de Deus a ter compreensão especial de todo o assunto do santuário e da obra sacerdotal ou mediadora que Cristo nele executa.
“Quatro grandes eventos se acham, portanto, localizados por este grande período profético; o primeiro advento de Cristo, Sua crucificação, a rejeição do povo judeu como nação, e o início da obra do juízo final.” – Estudos Bíblicos, pág. 205.
Guilherme Miller era o mais velho dos dezesseis filhos de um soldado da guerra revolucionária americana. Nasceu em 15 de Fevereiro de 1782. Morava em uma região de Nova Iorque, ao sul do Lago Champlain, no distrito de Low Hampton. Casou-se em 1803 com a srta. Lúcia Smith. Foi alcaide, juiz de paz e xerife comissionado. Cansado da política, resolveu fazer carreira militar. Quando engajou no exército, prenunciava a guerra de 1812. “Recebeu o posto de tenente de milícia em 1810, passou a capitão dos voluntários, ao começar a guerra, e pouco mais tarde ingressou no exército regular com o posto de primeiro tenente.” – Fundadores da Mensagem, Everetti Dic, pág. 17.
O avô de Miller, Phelps, e seu tio, Eliú Miller, eram Pastores Batistas. Seu tio pastoreava a Igreja Batista de Low Hampton, onde Miller passou a frequentar assiduamente.
Desde a infância, Miller ouvira de religião, porém nunca se interessara por ela. Sempre foi, no entanto, um menino ensinado a respeitar as Escrituras. Era o garoto Miller voltado para a leitura; muitas vezes, enquanto a família se recolhia, ficava lendo “livros emprestados, diante de uma luz proveniente da resina de pinheiro. Mais tarde, passou a frequentar a biblioteca pública, discursava no dia da independência e ajudava seus vizinhos na composição de suas cartas.”
Em contato com deístas de sua comunidade, que lhe colocaram nas mãos obras de Voltaire, Hume e Paine, escritores deístas (crença que Deus é apenas uma força infinita), Miller, embora crendo em um Ser Supremo, que a tudo criara, tor-nou-se também deísta. Porém, em 1816, um ano após ter deixado o exército, decidiu estudar a Bíblia profundamente. Adquiriu a chave bíblica de Crudens, e, a partir de Gênesis começou comparando texto com texto. Aproveitava todos os minutos vagos, pela manhã, antes de tirar o leite, e à tarde, após ter deixado o arado, até que um dia ele leu na Bíblia:
Daniel 8: 14
“E ele me disse: Até 2300 tardes e manhãs e o santuário será purificado.”
Este texto mudou a vida de Guilherme Miller.
Miller decidiu decifrar este enígma. Dramaticamente intensificou seus estudos, até que achou, com toda sinceridade, começar esta profecia no ano 457 a.C.
Havia por esta época a crença de que a Terra era o santuário. Miller então presumiu que a purificação do santuário seria a purgação da Terra pelo fogo, semelhante à varredura realizada pelas águas nos dias de Noé.
Foi em 1818, depois de 2 anos de profundo estudo, que Miller chegou à estarrecedora conclusão que Cristo voltaria “mais ou menos no ano de 1843”. Portanto, como cria, 25 anos o separava do final de todas as coisas. E agora, o que fazer? E os outros? Deviam ser advertidos? Miller passou 5 anos examinando sua interpretação profética para certificar-se de que não estava enganado. Criou todas as objeções possíveis para combatê-la e nada o dissuadiu de sua fé. Ouça isto:
“Muito tempo depois ele declarou ter encontrado mais objeções do que seus oponentes apresentaram mais tarde.” – Fund. da Mens. Everetti Dic, pág. 23.
“Uma voz, qual voz de Deus, ardia na alma de Guilherme Miller. Vá, diga-o ao mundo. Tremendamente lutou ele por mais de 13 anos com esta voz, até que “a convicção se tornou insuportável no ano de 1831.”
Miller, pressionado pela intermitente voz do seu subconsciente: “Vá, diga-o ao mundo”, tomou uma decisão. Ajoelhou-se e orou:
“Ó Deus, Tu sabes que eu não sou pregador; Tu sabes que não posso ir. Não posso, não posso... Mas se Tu, meu Pai, quiseres que eu vá, farei um pacto conTigo. Se Tu abrires o caminho... o que eu quero dizer é o seguinte: Se Tu mandares um convite para eu pregar, então... eu irei.”
Miller levantou-se aliviado, dizendo:
“Agora eu terei paz. Se eu for convidado, saberei que Deus me chamou. Mas não é provável que alguém virá rogando a um velho camponês de 50 anos para pregar sobre a segunda vinda de Cristo.”
Não passaram 30 minutos após a oração, quando alguém bate à porta de Miller excitadamente. Era seu sobrinho Irving, que caminhara 25 quilômetros, naquele Sábado de manhã, para dar-lhe esta notícia:
“Tio Miller, saí antes do café para dizer-lhe que o nosso Pastor Batista em Dresden não nos poderá falar amanhã. Papai mandou-me convidar o senhor para ir pregar sobre as coisas que o senhor vem estudando na Bíblia. O senhor pode ir?”
Miller tentou retroceder trêmulo; porém, era a resposta que imaginava, o Senhor lhe dera. E assim, milhares de pessoas achavam admissível crer que Miller foi chamado por Deus tão certamente quanto o foram Pedro e Tiago.
Após o almoço, Miller partiu e pregou durante toda a semana na Igreja Batista de Dresden. Nesta semana, apenas duas pessoas de 13 famílias não aceitaram a mensagem de Miller. Ao regressar ao lar, encontrou, surpreendido, o convite de um ministro para pregar em sua igreja, e este, nada sabia de sua conferência na Igreja de Dresden. Assim, “o pacto com o Senhor estava duplamente ratificado”, imaginava Miller.
Daí para a frente Miller não teve mais descanso. Convites vinham de todas as partes, de maneira que não podia atender a todos. “Aonde ia, afluía grandes assistências, havia enormes e sinceros reavivamentos. Miller preferia pregar em igrejas pequenas, nos campos e aldeias, até o final de um culto em Exeter Nova Hampshire, no ano de 1839, quando conheceu Josué Vaughan Himes, Pastor da Igreja Cristã da Rua Chardon, em Boston, que, impressionado com a sua mensagem, disse-lhe que, as grandes cidades como Boston, Nova Iorque e Filadélfia, deviam ser advertidas. Nesta ocasião, o Pastor Himes levou Miller para pregar em sua igreja. Miller pregava dois sermões diários, e ainda era necessário fechar as portas, ‘sempre com uma multidão do lado de fora.’”
Miller pregou sete séries de conferências em Boston, antes de 1844. Miller e Himes empreenderam uma campanha evangelística, pois todas as portas das cidades da América se abriam ansiosas por ouvir a mensagem da volta de Jesus. O povo devia ser alertado. Himes tornou-se o gerente e agente de promoção evangelística.
Em poucos meses Miller pregou em quase todas as cidades dos Estados Unidos. Ficou famoso através da nação inteira. Miller era um homem simples, nunca disse possuir grandes conhecimentos ou alguma inspiração sobrenatural. Sua mensagem era fundamentada na Bíblia, conforme o entendimento que possuia.
O Dr. Armitage, autor do livro A História dos Batistas, de quem Miller era amigo, assim o descreve:
“Ele era um homem forte, de cabeça um tanto larga, com testa alta, de olhar macio e expressivo, e as inflexões de sua voz indicavam uma devoção das mais sinceras... Ele exercia uma benéfica influência em todos os que o cercavam, pelas muitas virtudes e pelo imaculado caráter.”
Assim era o bom Miller. Íntegro, amante das coisas de Deus. Sincero em sua fé. Sua mensagem trazia despertamento. “Um reavivamento sucedia a outro. Metodistas, Congregacionalistas e Batistas, todos o aclamavam. O entusiasmo continuava nas cidades após as conferências. Sinos repicavam, chamando o povo todos os dias, como se fosse domingo. Muitos bares viraram salões de reuniões. Havia grupos de oração organizados para todas as horas do dia nas várias denominações. Nestes quatro anos, a Igreja Metodista adicionou 40.000 membros e os Batistas mais 45.000. Ministros de outras igrejas afluíam para o movimento... Outro proeminente pregador Metodista era Josias Litch, que só aceitou o milerismo depois de verificar que a mensagem não contrariava o Metodismo, e este acabou escrevendo um livro sobre as profecias de Daniel. Havia Carlos Fitch, Congregacionalista, Pastor em Boston, e bom organizador. Foi ele quem desenvolveu o uso de cartazes e gráficos para os ministros que trabalhavam sob a direção de Miller. Um gráfico dos mais importantes era justamente aquele que mostrava as profecias convergindo no ano de 1843. E havia a imagem de Daniel 2 que se desmontava. Além destes havia tantos – ninguém sabe quantos. Há indícios que havia entre ministros ordenados e leigos, um total de 1500 a 2000 pregadores empenhados nesta campanha de advertência da iminente volta de Cristo. Dos 174 ministros bem sucedidos, cerca de metade era Metodista, uma quarta parte era Batista, e o resto dividido entre Congregacionalistas Cristãos, Presbiterianos, Episcopais, Luteranos, Quakers e outros.” (Veja à pág. 420 os doze que mais se destacaram).
“Não se pode enfatizar demasiadamente o fato que Miller não foi o único milerita. Um grande número de homens capazes e abençoados, com mais instrução que o próprio Miller, o apoiavam. O milerismo não foi de maneira alguma o movimento de um fazendeiro fanático. A presença de tantos ajudantes tornava necessário que se realizasse reuniões de obreiros. Muitas dessas ‘conferências gerais’ – como eram chamadas – foram convocadas pelos líderes mileritas, e a primeira se realizou na capela da Rua Chardon, em Boston – a igreja de Himes – no mês de Outubro de 1840.
“Os Metodistas haviam usado o sistema de reuniões campais desde 1800. A assistência de Miller era enorme. A Conferência Geral de Maio de 1842 votou 3 reuniões campais adventistas (mileritas) para aquele ano. A segunda, realizada em Kingston do Leste, Nova Hampshire, em 28 de Junho, e sob os cuidados de Josué V. Himes, teve 10.000 participantes. O famoso poeta John Green Leaf Whittier assistiu e mais tarde escreveu sobre a eloquência dos pregadores e a impressionante linguagem simbólica das Escrituras, e sobre a imagem do sonho de Nabucodonosor e os animais do Apocalipse. Descrevia o círculo das tendas brancas, a fumaça das fogueiras, qual incenso, os rostos compenetrados virados para o orador. Estas reuniões nas florestas eram sempre uma oportunidade social onde os amigos se encontravam e se entristeciam no fim da última reunião. O povo demorava-se em partir, receando não mais se encontrar neste mundo. Fazia promessa para o encontro na Nova Terra, onde não mais se diria adeus.
“O sucesso da reunião campal de 1842 fez com que os mileritas levantassem dinheiro suficiente para mandar confeccionar a maior tenda da América, e chamaram-na carinhosamente ‘Tenda Grande’. O mastro principal tinha quase 20 metros de altura, e o espaço coberto tinha quase 40 metros de largura. Cabiam 4.000 pessoas sentadas, 2.000 em pé, e em bom tempo, mais 4.000 sentados do lado de fora. Em menos de 30 dias da encomenda a ‘Tenda Grande’ foi paga, armada e ocupada. Não havia tempo a perder, visto restar apenas 1 ano mais ou menos para a volta de Jesus. O povo quedava atônito diante da rapidez com que se desmontava e armava novamente em outro local esta tenda. Colocada em uma cidade, o público apostava que não se encheria, porém, logo se espantavam, vendo as multidões que se acotovelavam para entrar. As estradas de ferro punham trens extras, para atender as cidades vizinhas... Lembrem-se que a Conferência Geral votou 3 reuniões para 1842. Realizaram-se 31. Em 1843, houve 40 campais. Em 1844, houve 54. Só a estes agrupamentos campais foram mais de meio milhão de pessoas. Havia outros milhares em reuniões campais sem a grande tenda, e isto não contando a assistência de centenas e mais centenas das séries em salões. Logo se vê que a mensagem do advento não foi pregada numa insignificante praça qualquer.
“Os mileritas eram editores, e Himes era quem cuidava disto. ‘A revista O Brado da Meia Noite’ era vendida à razão de 10.000 cópias por dia em Nova Iorque, Boston, Baltimore, Búfalo, Rochester, Filadélfia, Montreal e Cincinatti. Havia ainda Boas Novas, Crônicas Adventistas (mileritas), Trombeta do Jubileu, Alarme de Filadélfia, Voz de Elias, Sinais dos Tempos, Arauto Adventista (milerita), Brado da Meia Noite do Sul, Brado da Meia Noite do Oeste, Brado da Meia Noite Verdadeiro, e muitos outros livros, naturalmente. Foram distribuídos um milhão de folhetos só no ano de 1843. De 1839 a 1844 saíram mais de 8 milhões de peças de literatura milerita. Admitimos, nem todos concordavam com Guilherme Miller, e muitos não o levavam à sério. Alguns diziam que ele estava atrás do dinheiro. Um deputado propôs uma lei adiando o fim do mundo até 1860. Um engraçado ofereceu vender poltronas numeradas num grande salão, prestes a deixar a Terra – preço da passagem, 200 dólares. Manchetes maliciosas apareceram, tais como: ‘Desmascarados os Sumo-Sacerdotes de Miller’, caricaturas como ‘A Grande Ascenção do Tabernáculo de Miller’, mostrando o Pastor Himes agarrado pelo diabo, que dizia: ‘Não Josué, você fica.’”
Os meses avançavam rapidamente, o povo é sacudido com a mensagem da volta de Jesus. Os evangélicos que não aceitavam a mensagem de Miller desdenhavam do grande movimento que abarcava o mundo todo. Os cálculos de Miller levaram-no próximo de 1843, e neste ano ele publicou uma “carta-aberta” num dos maiores jornais de Nova Iorque dizendo que jamais dissera uma data exata, preferindo qualquer dia entre 21 de Março de 1843 à 21 de Março de 1844 (tomando por base o calendário judaico). Miller compreendia que o ano de 457 antes de Cristo começou em 21 de Março, fazendo com que o último ano dos 2300 anos teria que começar também em 21 de Março de 1843. Assim, nesta data de 1843, iniciar-se-ia o “ano do fim do mundo”. Este ano chegaria ao fim só em 1844 (21.3.1844). Jesus poderia vir em qualquer um dos dias deste ano. Os camponeses, os comerciantes, as donas de casa, todos tinham sido avisados. Muitos não acreditavam em Miller, mas, mesmo assim, estavam apreensivos. Exatamente 10 anos antes (12/11/1833) não tinham caído estrelas como flocos de neve? E agora em Fevereiro cortou o Céu um cometa flamejante tão grande que era visível de dia. Não seria isto um aviso do Céu? Até os céticos tremiam. Os jornais começaram a aparecer com artigos sobre toda espécie de coisas sobrenaturais. Tudo visto de verdade, e, às vezes, por grupo de pessoas. Júpiter com halo misterioso. Um cavalo com cavaleiro na Lua. Cruz preta numa luz vermelha. Música de algum ponto do Céu. E tudo isto relatado, não tanto por mileritas, como por incrédulos.
“No dia 29 de Fevereiro caiu o que parecia partículas de carne sangrenta numa cidade de Nova Jersey. As roupas tiveram que ser relavadas. Em 23 de Abril alguns rios estavam cobertos de um pó parecido com enxofre. Multidões vinham ver... Mas a despeito de tudo isso, ‘o ano do fim do mundo’ passou e Jesus não voltou.” – Um desânimo geral acometeu a todos. Em uma reunião campal realizada em Agosto de 1844, na cidade de Exeter, justamente onde Himes conhecera Miller, José Bates, o ex-capitão-de-mar, “procurou animar os crentes que já nesta altura mostravam desalento. O capitão Bates aceitara de todo o coração a esperança do advento, a ponto de investir o que possuía na promulgação da mesma.”
Os mileritas aguardavam a volta de Jesus, segundo os cálculos matemáticos, até mais ou menos o dia 21 de Março de 1844, que era o final do ano judaico. Ao passar esta data, meio atordoados, reexaminaram os cálculos, e, um dos mileritas, (SAMUEL S. SNOW) trouxe para os já desalentados mileritas duas importantes explicações animosas, a saber:
• O decreto de Artaxerxes “não saiu no princípio de 457, mas sim, no quinto mês daquele ano, segundo Esdras 7:8. Assim devemos estender o período cinco meses além de 21 de Março.”
• Assim como “a purificação do santuário dos judeus acontecia no dia da expiação do santuário, e este era o décimo dia do sétimo mês judaico, assim (dizia Snow) devemos esperar a purificação do santuário celestial no 10º dia do 7º mês” (22/10/1844).
Dessa forma, surgiu crepitosamente entre os mileritas o movimento chamado 10º dia do 7º mês que, na verdade, veio trazer alento ao já cansado Guilherme Miller. Mas, diga-se de passagem, ele nada teve com esta data fixa (22.10.1844), haja vista, estar na ocasião de seu surgimento, em viagens com Himes pelo Oeste.
A mensagem de 22 de Outubro, eletrizou os mileritas, que já eram conhecidos como o ‘Movimento do Sétimo Mês’. José Bates disse que as montanhas de granito de Nova Hampshire ecoaram com o clamor da meia-noite. O brado, qual maremoto movido por um furacão, alastrou-se para todas as cidades, vilas, povoados e campos. O pouco de fanatismo que havia derreteu-se perante o calor da nova mensagem. Guilherme Miller estudou meticulosamente esta nova mensagem, e escreveu uma carta entusiasmada a Himes, dizendo:
“Eu vejo a glória do sétimo mês que nunca vi antes. Já me sinto quase na mansão que meu Pai me dará. Glória, glória, glória, glória.”
Segundo se cria, menos de três meses separavam as pessoas do fim. O milerismo explodiu em manchetes em todos os jornais. Os próprios candidatos à presidência dos EUA daquele ano viram sua campanha empanada pelo fragor das campanhas mileritas. Terrível e solene hora de viver. “Fantástico clímax da história universal”. Aproximava-se o dia 22 de Outubro de 1844.
“Comerciantes fecharam suas portas, mecânicos e ferreiros suas oficinas, empregados deixaram seus trabalhos. Em todas as reuniões milhares vão ao pé do púlpito confessar-se e chorar. Grandes somas são dadas para que os pobres possam pagar suas dívidas. As Casas Publicadoras mandam embora os que dariam dinheiro porque já têm demais e os doadores ficam tristes ao verem recusados seus donativos. Nos campos, os fazendeiros para provarem sua fé, abandonaram suas ceifas. As batatas apodreceram no chão, e as maçãs nas árvores. Em Filadélfia uma alfaiataria colocou um cartaz: ‘Fechada em honra ao Rei dos reis que há de vir por volta de 22 de Outubro’.
Uma grande fábrica no Brooklin fechou as suas portas e dispensou os seus empregados na primeira semana de Outubro. Nas igrejas, grandes e pequenas, havia dificuldade em batizar tantos em tão pouco tempo. Numa cidade, Carlos Fitch batizou 127 pessoas em uma semana. Quatro dos maiores prelos correm dia e noite, produzindo ‘O Brado da Meia Noite’. Centenas de milhares de cópias são distribuídas nestas três semanas. Os correios e os trens estão abarrotados de pacotes de literatura. Os mensageiros correm.”
Aproxima-se o fim de todas as coisas e um frenesi geral toma conta de todos. Chega o dia 15 de Outubro, faltam sete dias; 16 de Outubro, faltam seis dias; 17, 18, 19 de Outubro... “Neste dia os prelos silenciam. As tendas são desmontadas e enroladas. Os pregadores voltam para seus lares. Josué V. Himes junta-se a Guilherme Miller. Aqueles que permaneciam no movimento aguardavam, com júbilo, a hora tão esperada. Entre eles estava a adolescente Ellen Harmon, ainda não a mensageira de Deus Ellen White, que mais tarde escreveu: ‘Estas eram as horas mais felizes da minha vida. O meu coração transbordava de expectação.’”
Em terrível suspense todos aguardavam os acontecimentos. Multidões que recusaram a advertência se perguntavam: “Será o fim?” Chegou finalmente o dia 22 de Outubro de 1844. “É uma manhã radiosa. Os mileritas estão reunidos em grupos grandes e pequenos; nos seus tabernáculos, nas igrejas, nos lares, nos cemitérios, ou em solene adoração ou jubiloso louvor. Em Low Hampton, Estado de Nova Iorque, os amigos mais íntimos de Guilherme Miller se reuniram com ele entre as árvores e pedras, atrás de sua residência. Estas pedras até hoje levam o nome de Rochas da Ascenção. Eles ali ficaram e vigiaram o dia todo, cada minuto mais ansioso.”
Terrível e grandiosa perplexidade solapou os mileritas. A esperança tanto tempo acalentada, desvanecia agora placidamente. O dia 22 de Outubro de 1844 passou também, sem nada ocorrer, “o grande movimento cambaleou.” A decepção dos mileritas foi um golpe fatal nas esperanças acalentadas por longo tempo. Mas, “o grande desapontamento não provou que o movimento era falso”. Esse desapontamento foi profetizado com clareza meridiana por João em Apocalipse 10:9-11 (confirme lendo a próxima postagem. Os mileritas erraram apenas em parte.
O mesmo ocorreu com os discípulos quando, caminhando na estrada de Emaús (Luc. 24:13-35), absortos com os acontecimentos do Calvário. Embora convivendo intimamente com o Mestre por três anos, desconheciam muitos aspectos das profecias messiânicas. Esperavam que o Rei nascesse em um palácio, eis que nasce numa manjedoura. Ansiavam que Ele montasse num cavalo branco, empunhasse a espada e livrasse Israel do jugo romano e, Ele afirma: “Não vim para ser servido, mas para servir” (Mat. 20:28). E o golpe fatal é desferido em suas esperanças de domínio universal quando Jesus morre em plena mocidade. Haverá maior desapontamento que este?
Há que ressaltar o fato de que o desapontamento dos mileritas foi profetizado e como tal teria que ocorrer. Quanto aos discípulos... Negligência?!
Pois bem, depois de “abertos” os olhos, os discípulos “corrigiram seus defeitos e pregaram a Cristo com renovado vigor. Os mileritas estavam prestes a fazer a mesma coisa. Mas naqueles dias não podiam compreender isso. Através daquela noite os mileritas oraram e choraram.”
Outro milerita, Hiran Edson, orou e estudou profundamente naquela amarga hora de desapontamento, com alguns amigos que haviam passado a noite com ele. Edson escreveu mais tarde: “Nós ainda tivemos esperanças até o relógio bater meia-noite. Com isso o dia havia passado e com ele as nossas esperanças. A nossa mais acalentada esperança se desmoronou.”
“Este pequeno grupo, como os outros, continuou a orar, e perto do raiar da nova manhã, sentiram todos um certo alívio. Ainda incapazes de compreender o que acontecera, sentiram uma total segurança que Deus existe, e que Sua palavra era certa e verdadeira. Depois do desjejum, Hiran Edson disse aos outros: ‘Vamos sair para confortar os nossos irmãos com a nossa nova certeza.’ E assim fizeram, saindo a pé e atalhando por um milharal, no meio do qual subitamente o irmão Edson parou, com seu rosto virado para cima. Pareceu-lhe uma visão do terceiro Céu. Via ele Cristo entrar ‘para dentro do véu’ no santuário celestial justamente como os mileritas sabiam que Ele ia fazer naquele dia da expiação, 22 de outubro. Mas (escreveu Edson mais tarde), ‘eu vi distinta e claramente que em vez de nosso Sumo-Sacerdote sair do Santíssimo para ir ao mundo no décimo dia do sétimo mês, no fim das 2300 tardes e manhãs, Ele pela primeira vez entrava na segunda parte do santuário do Céu, e daí Ele teria um importante trabalho a fazer antes de voltar à Terra.’”
Alguns meses se passaram, profundo e acurado estudo se fez a respeito desta importante visão, e cerca de 50 mileritas aceitaram esta nova luz dada pelo Senhor. Este grupinho de fiéis testemunhas, desapontadas, mas não desiludidas; foram aos poucos recebendo novas luzes. E assim, aceitaram o Sábado como em vigor na dispensação cristã. Este mandamento da imutável Lei de Deus foi introduzido no movimento pela senhora Raquel Preston, egressa da Igreja Batista do Sétimo Dia, aceito e pregado veementemente por José Bates, e mais tarde ratificado através de visões celestiais, por Ellen G. White. Porém, foi T.M. Preble, o primeiro a comunicar esta grande verdade por meio da imprensa aos mileritas do advento.
Aceitaram esses irmãos a Reforma de Saúde, abandonando o uso de carnes imundas, cigarro e bebidas alcoólicas, bem como todos os hábitos nocivos à saúde. Aceitaram a mortalidade da alma, como ensina a Bíblia. Aceitaram o Dom de Profecia, como estava sendo manifestado por Ellen Harmon, e assim em 1.863, aquele grupinho (cerca de 50 pessoas) tornou-se a Igreja Adventista do Sétimo Dia, este complexo eclesiástico que circunda o mundo, hoje.
Na verdade, Guilherme Miller e as pessoas que creram e pregaram o preparo para a vinda do Senhor em 1844 não tinham em mente fundar outra igreja. Desejavam tão somente levar a mensagem da volta de Cristo às igrejas das quais eram membros. Entretanto, os pastores destas igrejas não somente recusaram esta mensagem, como pediram aos mileritas para abandonarem suas congregações.
Após o desapontamento, alguns voltaram às suas igrejas de origem, outros desiludidos abandonarm a fé, porém, este grupinho permaneceu decidido a firmemente estudar a Bíblia e seguir obedecendo a cada luz dada por Deus.
Assim foi que, um “pregador” da Igreja Batista, Guilherme Miller, entendendo ser a Terra o santuário, acreditou fosse a volta de Jesus o final do cumprimento profético de Daniel 8:14. Lançou assim, sem o saber, os fundamentos de uma igreja a que Deus dispensaria especial atenção, restaurando-lhe o Dom de Profecia através de Ellen G. White e cujas orientações fizeram que as verdades lançadas por terra (Dan. 8:12) fossem restauradas a seu devido tempo.
E Miller? Que lhe aconteceu?
“Ele construiu uma pequena capela junto das árvores e perto das Rochas da Ascenção. Por um arranjo especial a Igreja Adventista hoje é a proprietária, em sociedade com outra, desta capela. Apesar de abandonado por seus seguidores, Miller, nunca abriu mão de sua esperança na segunda vinda de Cristo... Mas ele estava velho e cansado demais para entender a nova luz. Quase cego, paralisado e exaurido pelos esforços sobre-humanos, ele estava prestes a morrer.”
Ao depôr as armas, este soldado da cruz, fiel servo do Deus Altíssimo, escreveu para “exprimir sua gratidão aos seguidores que tão fielmente lhe haviam permanecido ao lado” as palavras seguintes:
“Desejo agora lembrar-me com gratidão de todos os que me assistiram nos esforços para despertar a igreja e levar o mundo a ter intuição do terrível perigo em que está... muitos de vós tendes sacrificado bastante vosso bom nome, antigas relações, lisonjeiras perspectivas de vida, ocupação e bens; e comigo tendes sofrido zombaria e injúrias daqueles a quem era desejo de nossa alma prestar benefício. Contudo, nenhum daqueles em quem depositei minha confiança tem, quanto eu saiba, se queixado ou murmurado. Tendes alegremente suportado a cruz, desprezado a ignomínia, e comigo estais esperando e aguardando o Rei em toda Sua glória.”
Sob os fogos das críticas, do motejo e do escárnio do mundo, principalmente dos membros das igrejas que rejeitaram a mensagem milerita, por ter guiado o povo num movimento que findou em desapontamento, Miller escreveu a Josué V. Himes, em 10 de novembro de 1844:
“Prezado irmão Himes: Tenho ansiosamente aguardado a bem-aventurança, e isso na confiança de realizar as coisas gloriosas que Deus falou de Sião. Sim, e embora tenha sido duas vezes desapontado, ainda não estou decepcionado ou desanimado. Deus tem estado comigo em espírito, e me tem confortado. Tenho agora, muito maior evidência de que creio na Palavra de Deus; embora rodeado de inimigos e de escarnecedores, meu espírito está, no entanto, perfeitamente calmo, e minha esperança na vinda de Cristo é tão firme como sempre. Fiz somente o que depois de anos de madura consideração achei ser meu dever executar. Se errei, foi do lado da caridade, do amor aos meus semelhantes, de minha convicção do dever para com Deus. Não podia consentir em prejudicar meus semelhantes, mesmo ante a suposição de que o evento não se desse no tempo determinado, pois nosso Deus ordena buscá-Lo, vigiar, esperá-Lo e estar prontos. Assim, caso eu pudesse, de qualquer modo, e de acordo com a Palavra de Deus, persuadir os homens a crerem num Salvador crucificado, ressurreto e prester a vir, julgava que isso exerceria certa influência sobre o bem-estar e a felicidade eterna dos tais...
“Irmãos, firmai-vos; a ninguém permitais tomar-vos a coroa. Fixei minha mente noutro tempo, e aqui quero ficar até que Deus me dê mais luz – esse é hoje. Hoje, e hoje, até que Ele venha, e eu veja aquEle por quem minha alma anela.”
E assim, este servo de Deus demonstrava seu impoluto caráter e uma convicção tão sincera que o levou a errar por amor. Certo, porém, é que, desde aquela manhã de Sábado de 1831, sem dúvida, Deus o havia usado de maneira poderosa para chamar a atenção para as Suas profecias, e sacudir e reavivar o mundo. Sob seu ministério a Igreja Metodista aumentou em 40.000 membros. A Igreja Batista, em 45.000, e o grupo dele em 50.000 membros. Apesar de a enfermidade, o cansaço e as injúrias não permitirem Miller prosseguir na descoberta de toda a verdade, nunca entendendo perfeitamente a purificação do santuário, nunca se deleitando na guarda do Sábado, por outro lado ele agarrou-se às promessas do segundo advento. A sua lápide leva o texto que tanto significava para ele. “A visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado... se tardar, espera-O, porque certamente virá, não tardará.” Hab. 2:3. – (Adaptação da História de Guilherme Miller de C. Mervyn Maxwell, da peça: “Eis, Ele vem...”) Grifos meus.
EIS OS QUE MAIS SE DESTACARAM NO MILERISMO:
Pastor José Marsch – Igreja Cristã
Pastor Erlon Galuscha – Igreja Batista
Pastor Samuel S. Snow – Igreja Congregacional
Pastor Tiago White – Igreja Cristã
Pastor Josué Himes – Primeira Igreja Cristã de Boston
Capitão José Bates – Igreja Congregacional
Pastor Hary Jones – Igreja Congregacional
Pastor Charles Fitch – Primeira Igreja Congregacional Livre de Boston
Pastor Josias Litch Nova – Igreja Metodista Espiscopal da Inglaterra
Pastor George Storss – Igreja Metodista
Pastor Henry Dana Ward – Igreja Episcopal
Pastor N.N. Whitting – Igreja Batista
RECADO
Este capítulo visou expor suscintamente o surgimento dos Adventistas do Sétimo Dia, para que todos saibam, de uma vez por todas, que os Adventistas do Sétimo Dia, muito menos Ellen G.White, Tiago White, José Bates, etc., nunca marcaram datas para a volta de Jesus.
Graças a Deus, muitos ministros idôneos, e escritores dos mais variados ramos protestantes, reconhecem esta verdade.
Gostaria que o irmão Abraão de Almeida, que escreveu em seu livro – O Sábado, a Lei e a a Graça, pág. 89, que marcamos nove datas para o retorno de Jesus, soubesse que não falou a verdade!
Portanto, trata-se de uma deslealdade com seus leitores. E seu prefaciador, irmão Gustavo Kessler, perdão, escorregou na esparrela do autor.
Houvesse possibilidade, diria também ao Pastor Sebastião Angélico de Souza, Pastor Antenor Santos de Oliveira, ao Reverendo Epaminondas Moura, Pastor Rinaldi, Pastor Paulo Romeiro, Pastor Paulo Pimentel, Dr. Ubaldo Torres de Araújo, Professor Antonio Gilberto, do Instituto Bíblico Pentecostal, e quiçá, a tantos outros, que escreveram e escrevem obras “demolidoras” contra os Adventistas, com profundo desconhecimento de causa; sim, eu diria: Isso não é bom! Não é justo! Não é cristão! Perdão!
ORGANIZAÇÃO ADVENTISTA
• Um determinado número de pessoas se juntam para formar um grupo, e posteriormente uma igreja.
• Uma ou mais igrejas e grupos formam um Distrito Pastoral, que é o território onde atua o Pastor Distrital.
• Um conjunto de Distritos Pastorais, dentro de uma área geográfica, forma a Associação ou Missão.
• O conjunto de Associações ou Missões, dentro de uma determinada área geográfica mais ampla, forma a União.
• O conjunto de Uniões, dentro de um Continente ou parte dele, forma uma Divisão.
• E, por fim, as Divisões, que atualmente são em número de 11, fazem parte integrante da Associação geral, órgão que lidera a Igreja em todo o mundo, com sede na capital dos Estados Unidos da América.
Informações extraídas de “Orientações Para o Novo Membro, pág. 23-24. Federação Sul da IASD”.
Associação Geral
Divisão
União
Associação ou Missão
Distrito Pastoral
Igreja
Membro
sábado, 7 de setembro de 2013
HEBREUS 4, 7, 8, 9 e 10
CAPÍTULO QUATRO
Hebreus 4: 9
“Portanto resta ainda um repouso para o povo de Deus.”
Estaria o escritor de Hebreus falando do Sábado? Ouça mais:
Hebreus 3: 11 – “Assim jurei na Minha ira que não entrarão no Meu repouso.”
Hebreus 3: 18 – “E a quem jurou que não entrariam no Seu repouso, senão os que foram desobedientes?”
Hebreus 4: 1 – “Temamos pois que, porventura, deixada a promessa de entrar no Seu repouso...”
Hebreus 4: 3 – “Por que nós, os que temos crido, entramos no repouso...”
Hebreus 4: 5 – “E outra vez neste lugar: Não entrarão no Meu repouso.”
Hebreus 4: 11 – “Procuremos pois entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.”
Ouça agora:
Hebreus 4: 4
“Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: (3)E repousou Deus de todas as Suas obras no sétimo dia.”
Neste verso 4 do capítulo 4, antes da palavra: “E repousou...”, tem a referência (nº 3). Indo ao rodapé, encontramos as passagens a que se refere: Gên. 2: 2. Êxodo 20:11 e 31: 17. Estes textos mencionam o santo Sábado.
Meu irmão, não pense que esta palavra “repouso” de Hebreus quatro, está aí para abonar o Sábado da Lei Moral, porque o escritor de hebreus não pensou assim.
De fato ele está reportando-se ao Sábado porque este é o dia de descanso bíblico, mas o Sábado aqui é uma ilustração divina para que entremos no repouso de Cristo, isto é: lançando sobre Ele nossas ansiedades, culpas e dissabores. Descansando nEle. Repousando nEle. Jogando-se em Seus braços de amor.
Realmente, a palavra usada no verso 4 do capítulo 4 de Hebreus provém do vocábulo grego para Sábado. A versão da Bíblia em inglês Revised Standard Version, traduziu o versículo desta maneira:
“Portanto, resta um repouso sabático para o povo de Deus.”
Mas, reitero com sinceridade e veemência, o autor não está se referindo ao repouso semanal do Sábado, o santo Dia do Senhor.
Os israelitas, ao sairem do Egito, dirigiram-se para uma terra que seria o seu repouso – Canaã. Construiriam suas casas, plantariam vinhas, viveriam em comu-nidade, liderados pelo Senhor. Sob o comando de Moisés, os medrosos israelitas, incrédulos no poder de Deus, não desarraigaram da terra os seus inimigos.
Moisés faleceu e delegou a tarefa a Josué, mas, este, pela covardia dos israelitas, também não consolidou o repouso. Não destruíram todos os inimigos, mas se consolaram em com eles conviver e até se aparentar com alguns, “na terra que mana leite e mel” (Hebreus 4: 8). Com o inimigo não se brinca, nem se faz jogo de cintura, porque ele será sempre inimigo e só deseja destruir-nos.
O Rei Davi e o sábio Salomão quase consolidaram o repouso dos israelitas, mas a incredulidade, indiferença e o pecado acariciado do povo impediram. Por isso nunca repousaram em paz, na Terra Prometida.
Assim sendo, a razão de se mencionar o Sábado neste capítulo, é porque o Sábado, é o eterno repouso semanal do povo de Deus agora, e o será pela eternidade sem fim. O escritor então torna-o uma símile do repouso em Cristo.
CAPÍTULO SETE
Aqui surge Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, rei de justiça, rei da paz. “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.” Heb. 7: 3.
Somente os levitas serviriam no tabernáculo, e apenas os filhos de Arão podiam ser sacerdotes. Nem Melquisedeque, nem Jesus pertenciam à linha sa-cerdotal. Melquisedeque nem era judeu e Jesus descendia da real tribo de Judá.
Por conseguinte, com o surgimento de um sacerdote como Melquisedeque, necessário seria uma mudança na lei que regulamentava o sacerdócio levítico.
O sacerdócio de Melquisedeque era uma figura do sacerdócio real, superior e eterno de Cristo. E, a partir deste capítulo, o escritor de Hebreus começa a enfocar a mudança da lei, por força da mudança do sacerdócio. Observe:
Hebreus 7: 12
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.”
O que precisamos saber é de qual Lei está o escritor falando. Certo?
No verso 16, esta lei é denominada de “lei do mandamento carnal”. No verso 19 diz que, esta lei “nenhuma coisa aperfeiçoou”.
Esta não é a Lei Moral dos Dez Mandamentos. Veja porque:
• A Lei Moral não está circunscrita a sacerdócio humano. A Lei que constituia sacerdotes era a Lei Cerimonial e não a Lei Moral.
• A Lei Cerimonial é de fato lei de mandamento carnal, isto é: está associada a sacrifícios de animais, cerimônias ritualísticas, etc.
• Realmente nada aperfeiçoou. Apenas tornou-se um hábito sem substância para alguns, e comércio para outros.
CAPÍTULO OITO
Hebreus 8: 4
“Ora, se Ele estivesse na Terra, nem tão pouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei.”
Jesus, na esfera terrena, não podia ser sacerdote já que não descendia de Arão nem era da tribo de Levi. Jesus pertence a um sacerdócio superior e celestial.
Este capítulo apresenta o tabernáculo conforme Deus o mostrou a Moisés (Hebreus 8:5). A Lei que regulava este tabernáculo foi chamada de Lei Cerimonial, constituindo-se de inúmeras abluções que apontavam para o Messias. Sacerdotes ministravam diariamente oferecendo as ofertas pacíficas e pelo pecado, e o Sumo Sacerdote entrava uma vez por ano, no lugar santíssimo no Dia da Expiação (Hebreus 9:7). Leia o capítulo: O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE A LEI.
CAPÍTULO NOVE
O capítulo nove mostra o desdobramento dos sacrifícios do tabernáculo que apontavam para Cristo. Este capítulo descreve, em minúcias, todo o Santuário, em seus móveis, utensílios e atribuições do sacerdote e sumo-sacerdote. No verso 9, diz:
“Que é uma alegoria (*) para o tempo presente...”
Este asterístico (*) encontra-se no rodapé do capítulo e diz que é uma parábola. Realmente, o Santuárioe seu conjunto de regulamentos e normas é uma parábola para ensinar certas verdades espirituais básicas. Por isso o verso 10 é específico, veja:
“Consistindo somente em manjares, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne...”
Qual é a Lei que consistia de manjares, bebidas e cerimônias envolvendo morte de animais? – Claro, a Lei Cerimonial.
Hebreus 9: 22
“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue...”
Compare com o Decálogo: NADA nos Dez Mandamentos está ligado a rituais de purificação com sangue. Seus mandamentos são morais. A Lei Moral só existe para revelar o pecado.
O israelita, ao transgredir um dos Dez Mandamentos, precisava levar um carneirinho para ser imolado por seu pecado. Este cordeiro era uma representação de Cristo, que um dia Se tornaria “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” João 1: 29. Jesus foi o sacrifício suficiente, perfeito e completo.
CAPÍTULO DEZ
Hebreus 10:1 – “Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas...”
Isto é: Cada animal sacrificado prefigurava o Senhor Jesus, o Cordeiro de Deus que surgiria no futuro. Cada sacrifício oferecido pelo pecador, lançava luz ao sacrificio de Cristo. A cruz, no futuro, projetaria sombra ao santuário, no passado.
A Lei Cerimonial era “a sombra dos bens futuros”, porque ela era um tipo da obra expiatória de Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote. A Lei Moral revela o pecado, pondo o pecador sob condenação, forçando-o a ir a Cristo em busca do perdão e purificação. A Lei Cerimonial encerrou-se definitivamente com a morte de Jesus, por se tratar de um código provisório. Mas a Lei Moral foi estabelecida, restabelecida e confirmada tanto pela vida, quanto na morte de Jesus.
Hebreus 10:3 – “Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados.”
Um dia por ano (o décimo dia do sétimo mês) era o Dia da Expiação. Neste dia toda a nação era “julgada”. O sumo sacerdote recebia da congregação dois bodes e um carneiro. Ele também trazia como sua própria oferta pelo pecado, um touro (novilho), e apresentava tudo ao Senhor.
Então o sumo sacerdote matava o novilho, tomava o sangue e com o dedo espargia sete vezes sobre o propiciatório que estava no lugar santíssimo do santuário e sobre o altar no pátio (veja na pág. 92). Esta era a expiação que fazia por si e sua casa. (Lev. 16: 5-6). Quanto aos dois bodes, era:
“... lançada sorte. Uma pelo Senhor, outra pelo bode emissário” (Lev. 16: 8).
É comum a uma classe de escritores evangélicos, dizer que nós os Adventistas fazemos de Satanás nosso salvador, no caso da expiação feita pelo bode azazel. Então, ouça o que cremos.
Nos primórdios deste mundo Deus ordenou Moisés construir um Santuário (Êxo. 25: 8 – veja-o à página 92, e releia as págs. 89-91).
Então foi organizado todo o Sistema Sacrifical e Sacerdotal. Neste Santuário eram oferecidos sacrifícios (Heb. 9:9). Deus viria encontrar-Se com Seu povo sobre o propiciatório (Êxo. 25:22). O sacerdote oficiava todos os dias no pátio e no primeiro compartimento. O Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano e no Lugar Santíssimo.
Quando uma pessoa transgredisse um dos Dez Mandamentos que estavam dentro da arca sobre o propiciatório, tornava-se sujeita a morte. Então ela devia trazer um substituto para morrer em seu lugar (Lev. 4:27-29).
Colocava suas mãos sobre a cabeça do animal, confessava seu pecado, e o matava, logo após. O sangue desta vítima era posto nas pontas do altar que estava no pátio e o resto derramado à sua base (Lev. 4:34). Os pecados daquela pessoa estavam perdoados, e, simbolicamente transferidos para o santuário, permanecendo ali até o dia da expiação, quando então eram apagados.
Centenas destes sacrifícios eram feitos diariamente e milhares durante o ano e iam sendo acumulados, de maneira simbólica, no edifício. Então era preciso efetuar a purificação do santuário que se dava uma vez apenas por ano, no 10º dia do 7º mês (Lev. 16:29-30).
Dois bodes eram mortos neste dia: Azazel e o bode do Senhor (Levítico 16).
Quando o bode azazel ia para o deserto, a expiação já estava completamente feita. Nada mais havia por fazer. Azazel, o bode emissário, só aparecia depois de tudo purificado, para ser tão somente o portador de todos os pecados perdoados ao povo de Deus.
Sem derramamento de sangue não há remissão de pecado. Azazel não era morto. Azazel representa Satanás e não tem parte alguma na expiação feita simbolicamente pelo bode do Senhor. O primeiro bode representa Cristo. O sangue deste bode morto para fazer expiação, representa o sangue de Cristo que seria derramado no Calvário.
Neste serviço típico Cristo efetuou uma obra completa sem auxílio de Satanás. Glória a Deus! Aleluia! Jesus Cristo é o único, exclusivo e poderoso Salvador. Isto é o que cremos, pregamos e ensinamos porque é o que declara a Bíblia.
O bode cuja sorte foi pelo Senhor, o Sumo sacerdote o matava como expiação pelo pecado do povo. Novamente pegava o sangue e retornava ao lugar santíssimo e, com o dedo, espargia o sangue sobre o propiciatório e também sobre o altar das ofertas queimadas, no pátio, como fez com o sangue do novilho. (Lev. 16:15-16, 18, 19 e 33). Dessa forma, simbolicamente, cada parte do santuário era purificada dos registros de pecados perdoados, que se acumulavam anualmente pelos sacrifícios e confissões que os pecadores faziam diariamente.
Ao espargir o sangue dos animais imolados, no cerimonial diário, o pecador era perdoado, e simbolicamente seus pecados eram transferidos e se acumulavam no santuário. Então, uma vez por ano, no Dia da Expiação, era necessário o ritual da purificação. Assim, tanto o santuário, quanto as pessoas ficavam purificadas. A partir deste dia – o décimo do sétimo mês, todos começavam uma nova vida.
Hebreus 10:4 – “Porque é impossível que o sangue de touros e dos bodes tire os pecados.”
Todo aquele cerimonial impressionante era para ensinar que “sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado” (Heb. 9: 22). O sangue daqueles animais era um tipo do sangue de Cristo, que seria derramado uma só vez, o que aconteceu sobre a Montanha do Calvário.
Não era aquele sangue (de animais) que tirava os pecados ou remia o pecador, mas o ato de derramá-lo através daquele sacrifício, era, pela fé, uma garantia no sacrifício futuro de Cristo.
Hebreus 10:8 – “...Sacrifício e oferta, holocaustos e oblações pelo pecado... (os quais se oferecem segundo a lei).”
Não é insistente o autor de Hebreus a respeito dos holocaustos, ofertas, cerimônias? Isso são componentes da Lei Cerimonial. Nada tem a ver com a Lei Moral.
Portanto, meu irmão, a sinceridade me obriga a dizer-lhe: Este repouso reclamado pelo escritor de Hebreus no capítulo quatro não é um apoio à santificação do Sábado. E a lei que ele menciona nos capítulos sete, oito, nove e dez, não é a Lei Moral dos Dez Mandamentos
– O repouso é o descanso em Cristo para todos os que estão “cansados e sobrecarregados” (Mateus 11: 28 ).
E a lei, é a Lei Cerimonial. Esta findou na cruz. Col. 2:14; Efé. 2:15.
Hebreus 4: 9
“Portanto resta ainda um repouso para o povo de Deus.”
Estaria o escritor de Hebreus falando do Sábado? Ouça mais:
Hebreus 3: 11 – “Assim jurei na Minha ira que não entrarão no Meu repouso.”
Hebreus 3: 18 – “E a quem jurou que não entrariam no Seu repouso, senão os que foram desobedientes?”
Hebreus 4: 1 – “Temamos pois que, porventura, deixada a promessa de entrar no Seu repouso...”
Hebreus 4: 3 – “Por que nós, os que temos crido, entramos no repouso...”
Hebreus 4: 5 – “E outra vez neste lugar: Não entrarão no Meu repouso.”
Hebreus 4: 11 – “Procuremos pois entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.”
Ouça agora:
Hebreus 4: 4
“Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: (3)E repousou Deus de todas as Suas obras no sétimo dia.”
Neste verso 4 do capítulo 4, antes da palavra: “E repousou...”, tem a referência (nº 3). Indo ao rodapé, encontramos as passagens a que se refere: Gên. 2: 2. Êxodo 20:11 e 31: 17. Estes textos mencionam o santo Sábado.
Meu irmão, não pense que esta palavra “repouso” de Hebreus quatro, está aí para abonar o Sábado da Lei Moral, porque o escritor de hebreus não pensou assim.
De fato ele está reportando-se ao Sábado porque este é o dia de descanso bíblico, mas o Sábado aqui é uma ilustração divina para que entremos no repouso de Cristo, isto é: lançando sobre Ele nossas ansiedades, culpas e dissabores. Descansando nEle. Repousando nEle. Jogando-se em Seus braços de amor.
Realmente, a palavra usada no verso 4 do capítulo 4 de Hebreus provém do vocábulo grego para Sábado. A versão da Bíblia em inglês Revised Standard Version, traduziu o versículo desta maneira:
“Portanto, resta um repouso sabático para o povo de Deus.”
Mas, reitero com sinceridade e veemência, o autor não está se referindo ao repouso semanal do Sábado, o santo Dia do Senhor.
Os israelitas, ao sairem do Egito, dirigiram-se para uma terra que seria o seu repouso – Canaã. Construiriam suas casas, plantariam vinhas, viveriam em comu-nidade, liderados pelo Senhor. Sob o comando de Moisés, os medrosos israelitas, incrédulos no poder de Deus, não desarraigaram da terra os seus inimigos.
Moisés faleceu e delegou a tarefa a Josué, mas, este, pela covardia dos israelitas, também não consolidou o repouso. Não destruíram todos os inimigos, mas se consolaram em com eles conviver e até se aparentar com alguns, “na terra que mana leite e mel” (Hebreus 4: 8). Com o inimigo não se brinca, nem se faz jogo de cintura, porque ele será sempre inimigo e só deseja destruir-nos.
O Rei Davi e o sábio Salomão quase consolidaram o repouso dos israelitas, mas a incredulidade, indiferença e o pecado acariciado do povo impediram. Por isso nunca repousaram em paz, na Terra Prometida.
Assim sendo, a razão de se mencionar o Sábado neste capítulo, é porque o Sábado, é o eterno repouso semanal do povo de Deus agora, e o será pela eternidade sem fim. O escritor então torna-o uma símile do repouso em Cristo.
CAPÍTULO SETE
Aqui surge Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, rei de justiça, rei da paz. “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.” Heb. 7: 3.
Somente os levitas serviriam no tabernáculo, e apenas os filhos de Arão podiam ser sacerdotes. Nem Melquisedeque, nem Jesus pertenciam à linha sa-cerdotal. Melquisedeque nem era judeu e Jesus descendia da real tribo de Judá.
Por conseguinte, com o surgimento de um sacerdote como Melquisedeque, necessário seria uma mudança na lei que regulamentava o sacerdócio levítico.
O sacerdócio de Melquisedeque era uma figura do sacerdócio real, superior e eterno de Cristo. E, a partir deste capítulo, o escritor de Hebreus começa a enfocar a mudança da lei, por força da mudança do sacerdócio. Observe:
Hebreus 7: 12
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.”
O que precisamos saber é de qual Lei está o escritor falando. Certo?
No verso 16, esta lei é denominada de “lei do mandamento carnal”. No verso 19 diz que, esta lei “nenhuma coisa aperfeiçoou”.
Esta não é a Lei Moral dos Dez Mandamentos. Veja porque:
• A Lei Moral não está circunscrita a sacerdócio humano. A Lei que constituia sacerdotes era a Lei Cerimonial e não a Lei Moral.
• A Lei Cerimonial é de fato lei de mandamento carnal, isto é: está associada a sacrifícios de animais, cerimônias ritualísticas, etc.
• Realmente nada aperfeiçoou. Apenas tornou-se um hábito sem substância para alguns, e comércio para outros.
CAPÍTULO OITO
Hebreus 8: 4
“Ora, se Ele estivesse na Terra, nem tão pouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei.”
Jesus, na esfera terrena, não podia ser sacerdote já que não descendia de Arão nem era da tribo de Levi. Jesus pertence a um sacerdócio superior e celestial.
Este capítulo apresenta o tabernáculo conforme Deus o mostrou a Moisés (Hebreus 8:5). A Lei que regulava este tabernáculo foi chamada de Lei Cerimonial, constituindo-se de inúmeras abluções que apontavam para o Messias. Sacerdotes ministravam diariamente oferecendo as ofertas pacíficas e pelo pecado, e o Sumo Sacerdote entrava uma vez por ano, no lugar santíssimo no Dia da Expiação (Hebreus 9:7). Leia o capítulo: O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE A LEI.
CAPÍTULO NOVE
O capítulo nove mostra o desdobramento dos sacrifícios do tabernáculo que apontavam para Cristo. Este capítulo descreve, em minúcias, todo o Santuário, em seus móveis, utensílios e atribuições do sacerdote e sumo-sacerdote. No verso 9, diz:
“Que é uma alegoria (*) para o tempo presente...”
Este asterístico (*) encontra-se no rodapé do capítulo e diz que é uma parábola. Realmente, o Santuárioe seu conjunto de regulamentos e normas é uma parábola para ensinar certas verdades espirituais básicas. Por isso o verso 10 é específico, veja:
“Consistindo somente em manjares, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne...”
Qual é a Lei que consistia de manjares, bebidas e cerimônias envolvendo morte de animais? – Claro, a Lei Cerimonial.
Hebreus 9: 22
“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue...”
Compare com o Decálogo: NADA nos Dez Mandamentos está ligado a rituais de purificação com sangue. Seus mandamentos são morais. A Lei Moral só existe para revelar o pecado.
O israelita, ao transgredir um dos Dez Mandamentos, precisava levar um carneirinho para ser imolado por seu pecado. Este cordeiro era uma representação de Cristo, que um dia Se tornaria “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” João 1: 29. Jesus foi o sacrifício suficiente, perfeito e completo.
CAPÍTULO DEZ
Hebreus 10:1 – “Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas...”
Isto é: Cada animal sacrificado prefigurava o Senhor Jesus, o Cordeiro de Deus que surgiria no futuro. Cada sacrifício oferecido pelo pecador, lançava luz ao sacrificio de Cristo. A cruz, no futuro, projetaria sombra ao santuário, no passado.
A Lei Cerimonial era “a sombra dos bens futuros”, porque ela era um tipo da obra expiatória de Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote. A Lei Moral revela o pecado, pondo o pecador sob condenação, forçando-o a ir a Cristo em busca do perdão e purificação. A Lei Cerimonial encerrou-se definitivamente com a morte de Jesus, por se tratar de um código provisório. Mas a Lei Moral foi estabelecida, restabelecida e confirmada tanto pela vida, quanto na morte de Jesus.
Hebreus 10:3 – “Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados.”
Um dia por ano (o décimo dia do sétimo mês) era o Dia da Expiação. Neste dia toda a nação era “julgada”. O sumo sacerdote recebia da congregação dois bodes e um carneiro. Ele também trazia como sua própria oferta pelo pecado, um touro (novilho), e apresentava tudo ao Senhor.
Então o sumo sacerdote matava o novilho, tomava o sangue e com o dedo espargia sete vezes sobre o propiciatório que estava no lugar santíssimo do santuário e sobre o altar no pátio (veja na pág. 92). Esta era a expiação que fazia por si e sua casa. (Lev. 16: 5-6). Quanto aos dois bodes, era:
“... lançada sorte. Uma pelo Senhor, outra pelo bode emissário” (Lev. 16: 8).
É comum a uma classe de escritores evangélicos, dizer que nós os Adventistas fazemos de Satanás nosso salvador, no caso da expiação feita pelo bode azazel. Então, ouça o que cremos.
Nos primórdios deste mundo Deus ordenou Moisés construir um Santuário (Êxo. 25: 8 – veja-o à página 92, e releia as págs. 89-91).
Então foi organizado todo o Sistema Sacrifical e Sacerdotal. Neste Santuário eram oferecidos sacrifícios (Heb. 9:9). Deus viria encontrar-Se com Seu povo sobre o propiciatório (Êxo. 25:22). O sacerdote oficiava todos os dias no pátio e no primeiro compartimento. O Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano e no Lugar Santíssimo.
Quando uma pessoa transgredisse um dos Dez Mandamentos que estavam dentro da arca sobre o propiciatório, tornava-se sujeita a morte. Então ela devia trazer um substituto para morrer em seu lugar (Lev. 4:27-29).
Colocava suas mãos sobre a cabeça do animal, confessava seu pecado, e o matava, logo após. O sangue desta vítima era posto nas pontas do altar que estava no pátio e o resto derramado à sua base (Lev. 4:34). Os pecados daquela pessoa estavam perdoados, e, simbolicamente transferidos para o santuário, permanecendo ali até o dia da expiação, quando então eram apagados.
Centenas destes sacrifícios eram feitos diariamente e milhares durante o ano e iam sendo acumulados, de maneira simbólica, no edifício. Então era preciso efetuar a purificação do santuário que se dava uma vez apenas por ano, no 10º dia do 7º mês (Lev. 16:29-30).
Dois bodes eram mortos neste dia: Azazel e o bode do Senhor (Levítico 16).
Quando o bode azazel ia para o deserto, a expiação já estava completamente feita. Nada mais havia por fazer. Azazel, o bode emissário, só aparecia depois de tudo purificado, para ser tão somente o portador de todos os pecados perdoados ao povo de Deus.
Sem derramamento de sangue não há remissão de pecado. Azazel não era morto. Azazel representa Satanás e não tem parte alguma na expiação feita simbolicamente pelo bode do Senhor. O primeiro bode representa Cristo. O sangue deste bode morto para fazer expiação, representa o sangue de Cristo que seria derramado no Calvário.
Neste serviço típico Cristo efetuou uma obra completa sem auxílio de Satanás. Glória a Deus! Aleluia! Jesus Cristo é o único, exclusivo e poderoso Salvador. Isto é o que cremos, pregamos e ensinamos porque é o que declara a Bíblia.
O bode cuja sorte foi pelo Senhor, o Sumo sacerdote o matava como expiação pelo pecado do povo. Novamente pegava o sangue e retornava ao lugar santíssimo e, com o dedo, espargia o sangue sobre o propiciatório e também sobre o altar das ofertas queimadas, no pátio, como fez com o sangue do novilho. (Lev. 16:15-16, 18, 19 e 33). Dessa forma, simbolicamente, cada parte do santuário era purificada dos registros de pecados perdoados, que se acumulavam anualmente pelos sacrifícios e confissões que os pecadores faziam diariamente.
Ao espargir o sangue dos animais imolados, no cerimonial diário, o pecador era perdoado, e simbolicamente seus pecados eram transferidos e se acumulavam no santuário. Então, uma vez por ano, no Dia da Expiação, era necessário o ritual da purificação. Assim, tanto o santuário, quanto as pessoas ficavam purificadas. A partir deste dia – o décimo do sétimo mês, todos começavam uma nova vida.
Hebreus 10:4 – “Porque é impossível que o sangue de touros e dos bodes tire os pecados.”
Todo aquele cerimonial impressionante era para ensinar que “sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado” (Heb. 9: 22). O sangue daqueles animais era um tipo do sangue de Cristo, que seria derramado uma só vez, o que aconteceu sobre a Montanha do Calvário.
Não era aquele sangue (de animais) que tirava os pecados ou remia o pecador, mas o ato de derramá-lo através daquele sacrifício, era, pela fé, uma garantia no sacrifício futuro de Cristo.
Hebreus 10:8 – “...Sacrifício e oferta, holocaustos e oblações pelo pecado... (os quais se oferecem segundo a lei).”
Não é insistente o autor de Hebreus a respeito dos holocaustos, ofertas, cerimônias? Isso são componentes da Lei Cerimonial. Nada tem a ver com a Lei Moral.
Portanto, meu irmão, a sinceridade me obriga a dizer-lhe: Este repouso reclamado pelo escritor de Hebreus no capítulo quatro não é um apoio à santificação do Sábado. E a lei que ele menciona nos capítulos sete, oito, nove e dez, não é a Lei Moral dos Dez Mandamentos
– O repouso é o descanso em Cristo para todos os que estão “cansados e sobrecarregados” (Mateus 11: 28 ).
E a lei, é a Lei Cerimonial. Esta findou na cruz. Col. 2:14; Efé. 2:15.
Abrazo!
sábado, 20 de julho de 2013
MIL ANOS DE PAZ
Milênio, uma pausa, antes da eternidade.
Milênio é uma contração latina derivada das palavras mile e annum, que significa mil anos.
MILÊNIO:
“UM GRANDE SÁBADO DE REPOUSO
PARA A TERRA E O POVO DE DEUS”
Milênio é uma contração latina derivada das palavras mile e annum, que significa mil anos.
MILÊNIO:
“UM GRANDE SÁBADO DE REPOUSO
PARA A TERRA E O POVO DE DEUS”
Milênio é uma palavra que não se encontra de forma expressa na Bíblia. É usada para designar um período de tempo que as Escrituras Sagradas mencionam.
Apocalipse 20:4
Apocalipse 20:4
“E vi tronos; e assentaram-se sobre eles... e foi-lhes dado o poder de julgar... e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.”
Estas palavras – mil anos – são encontradas na Bíblia dez vezes.
Segundo os textos de Apocalipse 20:6 e João 5:28 e 29, a Bíblia afirma que haverá duas ressurreições, e que, na primeira, somente participam os que morreram em Cristo. Assim, os mortos ressuscitados e os vivos justos, são imediatamente transformados, “num abrir e fechar de olhos” (I Coríntios 15:52) e serão levados imediatamente ao Céu, onde “reinarão” com Cristo por mil anos.
Apocalipse 7:9
“Depois destas coisas olhei e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos.”
É claro que esta visão refere-se ao período dos mil anos, porque os santos herdarão a Terra e não o Céu (Mat. 5:5); ali estarão apenas durante este tempo (mil anos), para uma obra especial, além de “viver e reinar com Cristo”, que também é o cumprimento das palavras de Jesus:
João 14: 1-3
“...vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também.”
Quando do regresso do Senhor para buscar Sua igreja amada, todos os ímpios morrerão diante do resplendor da glória de Deus, e ao serem os justos levados ao Céu, a Terra ficará completamente vazia, sem uma alma viva sequer, a não ser Satanás e seus anjos.
Jeremias 4:23-26
“Observei a Terra, e eis que estava assolada e vazia; e os Céus não tinham a sua luz. Observei os montes, e eis que estavam tremendo; e todos os outeiros estremeciam. Observei e vi que nenhum homem havia e que todas as aves do Céu tinham fugido. Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da Sua ira.”
Sim, prezado irmão, “Por ocasião da vinda de Cristo a Terra estará reduzida a um estado caótico – a um montão de ruínas. O Céu terá desaparecido como um rolo que é enrolado; as montanhas estarão removidas de seus lugares; e a Terra ficará em estado de escuridão, terror, desolação e deserto.” – Ver Isaías 24:1-3; Apocalipse 6:14-17. – Estudos Bíblico, pág. 327. Ouça agora o profeta:
Isaías 24:21 e 22
“E será que naquele dia o Senhor visitará os exércitos do alto na altura, e os reis da Terra sobre a terra. E serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere; e serão visitados depois de muitos dias.”
Serão visitados sim, irmão, depois dos mil anos, para serem destruídos completamente. João, outra vez, tem a palavra:
Apocalipse 20:1-3
“E vi descer do Céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, e Satanás, e amarrou-o por mil anos, e lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs o selo sobre ele para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem.”
“O termo abismo... aqui empregado, aplica-se à Terra em seu estado desJoão 14: 1-3“...vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também.” Quando do regresso do Senhor para buscar Sua igreja amada, todos os ímpios morrerão diante do resplendor da glória de Deus, e ao serem os justos levados ao Céu, a Terra ficará completamente vazia, sem uma alma viva sequer, a não ser Satanás e seus anjos.Jeremias 4:23-26“Observei a Terra, e eis que estava assolada e vazia; e os Céus não tinham a sua luz. Observei os montes, e eis que estavam tremendo; e todos os outeiros estremeciam. Observei e vi que nenhum homem havia e que todas as aves do Céu tinham fugido. Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da Sua ira.”Sim, prezado irmão, “Por ocasião da vinda de Cristo a Terra estará reduzida a um estado caótico – a um montão de ruínas. O Céu terá desaparecido como um rolo que é enrolado; as montanhas estarão removidas de seus lugares; e a Terra ficará em estado de escuridão, terror, desolação e deserto.” – Ver Isaías 24:1-3; Apocalipse 6:14-17. – Estudos Bíblico, pág. 327. Ouça agora o profeta:Isaías 24:21 e 22“E será que naquele dia o Senhor visitará os exércitos do alto na altura, e os reis da Terra sobre a terra. E serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere; e serão visitados depois de muitos dias.” Serão visitados sim, irmão, depois dos mil anos, para serem destruídos completamente. João, outra vez, tem a palavra:Apocalipse 20:1-3“E vi descer do Céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, e Satanás, e amarrou-o por mil anos, e lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs o selo sobre ele para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem.”“O termo abismo... aqui empregado, aplica-se à Terra em seu estado des
João 14: 1-3“...vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também.” Quando do regresso do Senhor para buscar Sua igreja amada, todos os ímpios morrerão diante do resplendor da glória de Deus, e ao serem os justos levados ao Céu, a Terra ficará completamente vazia, sem uma alma viva sequer, a não ser Satanás e seus anjos.Jeremias 4:23-26“Observei a Terra, e eis que estava assolada e vazia; e os Céus não tinham a sua luz. Observei os montes, e eis que estavam tremendo; e todos os outeiros estremeciam. Observei e vi que nenhum homem havia e que todas as aves do Céu tinham fugido. Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da Sua ira.”Sim, prezado irmão, “Por ocasião da vinda de Cristo a Terra estará reduzida a um estado caótico – a um montão de ruínas. O Céu terá desaparecido como um rolo que é enrolado; as montanhas estarão removidas de seus lugares; e a Terra ficará em estado de escuridão, terror, desolação e deserto.” – Ver Isaías 24:1-3; Apocalipse 6:14-17. – Estudos Bíblico, pág. 327. Ouça agora o profeta:Isaías 24:21 e 22“E será que naquele dia o Senhor visitará os exércitos do alto na altura, e os reis da Terra sobre a terra. E serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere; e serão visitados depois de muitos dias.” Serão visitados sim, irmão, depois dos mil anos, para serem destruídos completamente. João, outra vez, tem a palavra:Apocalipse 20:1-3“E vi descer do Céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, e Satanás, e amarrou-o por mil anos, e lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs o selo sobre ele para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem.”“O termo abismo... aqui empregado, aplica-se à Terra em seu estado desolado, deserto, caótico, escuro e desabitado. Neste estado permanecerá ela durante mil anos. Esta será a tenebrosa prisão de Satanás durante esse período. Aqui, por entre as ossadas dos ímpios mortos, e que sofreram a morte por ocasião da segunda vinda de Cristo; as cidades destruídas, e os destroços e ruínas de toda pompa e poder deste mundo, Satanás terá oportunidade de refletir nos resultados de sua rebelião contra Deus. Mas a profecia de Isaías diz: ‘Serão visitados depois de muitos dias’.” Idem – grifos meus.
Sim, meu irmão, Satanás será preso por uma cadeia de circunstâncias. Não tendo a quem tentar, pois é o seu afazer cotidiano, está como que preso e amarrado, ficando assim durante mil anos. Note o que ainda diz João:
Apocalipse 20:5
“Os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram...”
Quem são esses outros mortos? É claro que são os ímpios que estarão sepultados, enquanto no Céu estão os santos, passando o milênio; a Terra completamente vazia e deserta, e Satanás meditando em sua nefanda obra de destruição, e terá bastante tempo para tal reflexão: Mil Anos.
Este é um período de tempo muito especial em que o povo de Deus estará no Céu, também realizando uma obra não menos especial. Grave bem o que dirá Paulo:
I Coríntios 6:1-3
“Ousa algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos? Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? ...não sabeis vós que havemos de julgar os anjos...?”
Veja como é claro. Os santos julgarão os ímpios e os anjos caídos. Esta é a obra que estarão fazendo os santos salvos, durante o período de mil anos no Céu.
Daniel 7:21-22
“Eu olhava, e eis que esta ponta fazia guerra contra os santos, e os vencia. Até que veio o Ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo...”
Os santos salvos estarão no Céu, realizando a obra de julgamento. Não que Deus desconheça o destino de cada um, o galardão e recompensa de todos. Deus permite este julgamento para patentear diante dos homens, dos anjos e de todos os seres criados que não pecaram, a mentira que Lúcifer lançou no Universo, de que Deus era arbitrário, exigia uma subserviência tirana a uma obediência liberal; e quem não Lhe obedecesse, seria morto de imediato.
Agora, porém, desfaz-se a obra do engano. Satanás é desmascarado e todos compreendem, maravilhados, a justiça, o amor e a misericórdia de Deus.
Este julgamento nada mais é, senão a comprovação final do amor de Deus e da maldade de Lúcifer, que foi destruído pela inveja, ciúmes e ódio contra o Filho de Deus. Este julgamento é simplesmente para aclarar, desanuviar a intempestiva nódoa da dúvida lançada por Lúcifer contra toda a criação de Deus, de que seu Criador é um tirano despótico, cruel e implacável. Também servirá de ajuda à nossa compreensão da estranha obra divina, isto é: queimar (destruir) homens, mulheres e crianças. Isaías 28:21. O que ocorre ao final dos mil anos?
Apocalipse 20:3 – “...e depois importa que seja solto por um pouco de tempo.”
“No final dos mil anos, Cristo, acompanhado dos santos, vem de novo à Terra, para executar o juízo dos ímpios, e preparar a Terra, por meio de uma especial recriação de tudo, onde habitará Sua justiça para ser a morada eterna dos justos. A esse tempo, em resposta ao chamado de Cristo, os injustos mortos de todos os tempos acordarão para a vida. Esta é a segunda ressurreição, a ressurreição da condenação. Os ímpios ressuscitam com o mesmo espírito rebelde que antes possuíam. Então Satanás é solto de seu longo cativeiro e inatividade.” – Ibidem, pág. 328.
Após a ressurreição dos ímpios, Satanás é solto porque já tem a quem tentar; com efeito, lança-se ao último ataque e é finalmente destruído, juntamente com todos os ímpios e anjos maus.
Apocalipse 20:7-9
“E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto de sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para os ajuntar em batalha. E subiram sobre a largura da Terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada, mas desceu fogo do Céu, e os devorou.”
Prezado irmão, segundo a leitura de Apocalipse 21:2 e 10 e Zacarias 14:4,5 e 9, a santa cidade, a Nova Jerusalém, a cidade cujo artífice e construtor é o próprio Deus, descerá do Céu, e o Monte das Oliveiras se fenderá em dois, formando uma grande planície onde ela pousará, para ser a capital da Nova Terra. Satanás então, com todos os ímpios ressuscitados, entre eles os maiores generais de guerra, marcharão contra ela, e, ao se aproximarem, contemplarão o Filho do Altíssimo acima dos muros; imediatamente investirão contra a cidade com todo ódio; então, o fogo de Deus cairá do Céu e os consumirá a todos, purificando também toda a Terra.
“Este é o último ato no grande conflito entre Cristo e Satanás. Toda a raça humana se encontra ali pela primeira e última vez. Ali ocorre a separação eterna dos justos e dos ímpios. Nessa ocasião é executado o juízo divino sobre os ímpios no lago de fogo. Esta é a segunda morte. Ela pôs fim à grande rebelião contra Deus e Seu governo. Ouve-se então a voz de Deus, ao sentar-Se em Seu trono e dizer aos santos: ‘Eis que faço nova todas as coisas’. E das ruínas fumegantes da velha Terra surgem, ante os olhares extasiados de milhões de remidos, ‘um novo Céu e uma nova Terra’, em que encontrarão uma herança eterna e uma eterna morada.” – Ibidem, grifos meus. Então, vamos ser vizinhos na Nova Terra?
Sim, meu irmão, Satanás será preso por uma cadeia de circunstâncias. Não tendo a quem tentar, pois é o seu afazer cotidiano, está como que preso e amarrado, ficando assim durante mil anos. Note o que ainda diz João:Apocalipse 20:5
“Os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram...”
Quem são esses outros mortos? É claro que são os ímpios que estarão sepultados, enquanto no Céu estão os santos, passando o milênio; a Terra completamente vazia e deserta, e Satanás meditando em sua nefanda obra de destruição, e terá bastante tempo para tal reflexão: Mil Anos.
Este é um período de tempo muito especial em que o povo de Deus estará no Céu, também realizando uma obra não menos especial. Grave bem o que dirá Paulo:
I Coríntios 6:1-3
“Ousa algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos? Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? ...não sabeis vós que havemos de julgar os anjos...?”
Veja como é claro. Os santos julgarão os ímpios e os anjos caídos. Esta é a obra que estarão fazendo os santos salvos, durante o período de mil anos no Céu.
Daniel 7:21-22
“Eu olhava, e eis que esta ponta fazia guerra contra os santos, e os vencia. Até que veio o Ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo...”
Os santos salvos estarão no Céu, realizando a obra de julgamento. Não que Deus desconheça o destino de cada um, o galardão e recompensa de todos. Deus permite este julgamento para patentear diante dos homens, dos anjos e de todos os seres criados que não pecaram, a mentira que Lúcifer lançou no Universo, de que Deus era arbitrário, exigia uma subserviência tirana a uma obediência liberal; e quem não Lhe obedecesse, seria morto de imediato.
Agora, porém, desfaz-se a obra do engano. Satanás é desmascarado e todos compreendem, maravilhados, a justiça, o amor e a misericórdia de Deus.
Este julgamento nada mais é, senão a comprovação final do amor de Deus e da maldade de Lúcifer, que foi destruído pela inveja, ciúmes e ódio contra o Filho de Deus. Este julgamento é simplesmente para aclarar, desanuviar a intempestiva nódoa da dúvida lançada por Lúcifer contra toda a criação de Deus, de que seu Criador é um tirano despótico, cruel e implacável. Também servirá de ajuda à nossa compreensão da estranha obra divina, isto é: queimar (destruir) homens, mulheres e crianças. Isaías 28:21. O que ocorre ao final dos mil anos?
Apocalipse 20:3 – “...e depois importa que seja solto por um pouco de tempo.”
“No final dos mil anos, Cristo, acompanhado dos santos, vem de novo à Terra, para executar o juízo dos ímpios, e preparar a Terra, por meio de uma especial recriação de tudo, onde habitará Sua justiça para ser a morada eterna dos justos. A esse tempo, em resposta ao chamado de Cristo, os injustos mortos de todos os tempos acordarão para a vida. Esta é a segunda ressurreição, a ressurreição da condenação. Os ímpios ressuscitam com o mesmo espírito rebelde que antes possuíam. Então Satanás é solto de seu longo cativeiro e inatividade.” – Ibidem, pág. 328.
Após a ressurreição dos ímpios, Satanás é solto porque já tem a quem tentar; com efeito, lança-se ao último ataque e é finalmente destruído, juntamente com todos os ímpios e anjos maus.
Apocalipse 20:7-9
“E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto de sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para os ajuntar em batalha. E subiram sobre a largura da Terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada, mas desceu fogo do Céu, e os devorou.”
Prezado irmão, segundo a leitura de Apocalipse 21:2 e 10 e Zacarias 14:4,5 e 9, a santa cidade, a Nova Jerusalém, a cidade cujo artífice e construtor é o próprio Deus, descerá do Céu, e o Monte das Oliveiras se fenderá em dois, formando uma grande planície onde ela pousará, para ser a capital da Nova Terra. Satanás então, com todos os ímpios ressuscitados, entre eles os maiores generais de guerra, marcharão contra ela, e, ao se aproximarem, contemplarão o Filho do Altíssimo acima dos muros; imediatamente investirão contra a cidade com todo ódio; então, o fogo de Deus cairá do Céu e os consumirá a todos, purificando também toda a Terra.
“Este é o último ato no grande conflito entre Cristo e Satanás. Toda a raça humana se encontra ali pela primeira e última vez. Ali ocorre a separação eterna dos justos e dos ímpios. Nessa ocasião é executado o juízo divino sobre os ímpios no lago de fogo. Esta é a segunda morte. Ela pôs fim à grande rebelião contra Deus e Seu governo. Ouve-se então a voz de Deus, ao sentar-Se em Seu trono e dizer aos santos: ‘Eis que faço nova todas as coisas’. E das ruínas fumegantes da velha Terra surgem, ante os olhares extasiados de milhões de remidos, ‘um novo Céu e uma nova Terra’, em que encontrarão uma herança eterna e uma eterna morada.” – Ibidem, grifos meus. Então, vamos ser vizinhos na Nova Terra?
Abrazo!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
QUANDO FOI PARA O CÉU O “BOM” LADRÃO?
“Quando os livros da Bíblia foram escritos, não existiam nem a divisão das palavras, nem os sinais de pontuação. Por meados do Século III d.C., Ammonio de Alexandria dividiu os evangelhos em seções curtas, para comparar as passagens paralelas ou parecidas.”
“A divisão atual de todos os livros da Bíblia em capítulos foi feita pelo cardeal Hugo de Sancher, em meados do Século XIII d.C. O Novo Testamento foi dividido em versículos no Século IX d.C., por Roberto Estiene, em sua edição grega desta segunda parte da Bíblia.”
“Deveria ser observado que a vírgula entre as palavras ‘te’ e ‘hoje’ foi intercalada pelos tradutores. O texto grego original, que não tem pontuação nem divisão de palavras, diz:
‘amem soi legõ sêmeron met emou esê en tõ paradisõ’
literalmente:
‘em verdade a-ti Eu digo hoje comigo tu-estarás no paraíso’
“O advérbio sêmeron, ‘hoje’, encontra-se entre os verbos legô, ‘eu digo’, e esê, ‘tu estarás’, e pode com propriedade aplicar-se tanto a um como a outro. Sua posição imediatamente seguinte ao verbo legô, ‘eu digo’, pode implicar numa relação gramatical mais íntima com este verbo do que com o verbo seguinte, esê, ‘estarás’. – The Seventh-day Adventist Bible Commentary.
“E DISSE-LHE JESUS EM VERDADE TE DIGO HOJE
ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO” Lucas 23:43
Este versículo é uma forte base para os irmãos que admitem o galardão post-mortem. Isto é: Após a morte.
Como você aceitaria se lhe dissesse que a interpretação dele depende inteira e exclusivamente de sua pontuação? – Que acha?
O Novo Testamento foi escrito em grego, e as palavras eram separadas uma da outra, por um pequeno ponto. Assim sendo, “a colocação da vírgula dependerá da compreensão do tradutor quanto ao sentido das palavras originais.”
Portanto, qualquer tradutor, com a maior sinceridade, fará uma pontuação que coadune com sua fé a respeito. Por isso que não podemos aceitar tenha Dimas, o ladrão que foi transformado pela presença de Jesus, ido imediatamente ao Céu gozar a bem-aventurança, após sua morte.
A exegese bíblica demonstra cabalmente que o galardão do justo só lhe será conferido quando do regresso de Jesus. Com isso concordam os patriarcas, profetas e apóstolos.
Todos de igual modo, esperavam sua recompensa não imediatamente após a morte, mas quando Jesus voltasse. Há para confirmar este fato centenas de textos bíblicos; apenas mencionarei três, para você sedimentar sua fé.
Jó 19: 25-26
“Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra; e depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus.” (Jó tinha absoluta certeza que seria recompensado, galardoado, na vinda de Jesus).
Salmo 17: 15
“Quanto a mim, contemplarei a Tua face na justiça; satisfar-me-ei da Tua semelhança quando acordar.” (Davi, o amado de Deus, esperava seu galardão quando acordasse, isto é, na ressurreição, e essa só se dará na volta de Jesus).
II Timóteo 4: 8
“Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos que amarem a Sua vinda.”
“A divisão atual de todos os livros da Bíblia em capítulos foi feita pelo cardeal Hugo de Sancher, em meados do Século XIII d.C. O Novo Testamento foi dividido em versículos no Século IX d.C., por Roberto Estiene, em sua edição grega desta segunda parte da Bíblia.”
“Deveria ser observado que a vírgula entre as palavras ‘te’ e ‘hoje’ foi intercalada pelos tradutores. O texto grego original, que não tem pontuação nem divisão de palavras, diz:
‘amem soi legõ sêmeron met emou esê en tõ paradisõ’
literalmente:
‘em verdade a-ti Eu digo hoje comigo tu-estarás no paraíso’
“O advérbio sêmeron, ‘hoje’, encontra-se entre os verbos legô, ‘eu digo’, e esê, ‘tu estarás’, e pode com propriedade aplicar-se tanto a um como a outro. Sua posição imediatamente seguinte ao verbo legô, ‘eu digo’, pode implicar numa relação gramatical mais íntima com este verbo do que com o verbo seguinte, esê, ‘estarás’. – The Seventh-day Adventist Bible Commentary.
“E DISSE-LHE JESUS EM VERDADE TE DIGO HOJE
ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO” Lucas 23:43
Este versículo é uma forte base para os irmãos que admitem o galardão post-mortem. Isto é: Após a morte.
Como você aceitaria se lhe dissesse que a interpretação dele depende inteira e exclusivamente de sua pontuação? – Que acha?
O Novo Testamento foi escrito em grego, e as palavras eram separadas uma da outra, por um pequeno ponto. Assim sendo, “a colocação da vírgula dependerá da compreensão do tradutor quanto ao sentido das palavras originais.”
Portanto, qualquer tradutor, com a maior sinceridade, fará uma pontuação que coadune com sua fé a respeito. Por isso que não podemos aceitar tenha Dimas, o ladrão que foi transformado pela presença de Jesus, ido imediatamente ao Céu gozar a bem-aventurança, após sua morte.
A exegese bíblica demonstra cabalmente que o galardão do justo só lhe será conferido quando do regresso de Jesus. Com isso concordam os patriarcas, profetas e apóstolos.
Todos de igual modo, esperavam sua recompensa não imediatamente após a morte, mas quando Jesus voltasse. Há para confirmar este fato centenas de textos bíblicos; apenas mencionarei três, para você sedimentar sua fé.
Jó 19: 25-26
“Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra; e depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus.” (Jó tinha absoluta certeza que seria recompensado, galardoado, na vinda de Jesus).
Salmo 17: 15
“Quanto a mim, contemplarei a Tua face na justiça; satisfar-me-ei da Tua semelhança quando acordar.” (Davi, o amado de Deus, esperava seu galardão quando acordasse, isto é, na ressurreição, e essa só se dará na volta de Jesus).
II Timóteo 4: 8
“Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos que amarem a Sua vinda.”
Vinda de quem informa Paulo? Lógico: Do Senhor Jesus! Nero, o maldoso imperador romano, em breve tiraria a vida do apóstolo dos gentios, mas lá no fundo de seu coração, jogado numa prisão fria e subterrânea, sua fé era a esperança sempre viva dos demais apóstolos. Recompensa? – Sim! Galardão? – Também! Mas somente “naquele dia”, ou seja, na volta de Jesus.
A pontuação silábica é tão importante em qualquer escrito, que, apenas uma vírgula, um dos menores sinais gráficos, pode causar ou evitar uma morte, acabar ou criar uma guerra, separar ou juntar amigos. Para você compreender, veja estas duas experiências, anote no coração e se alegre no Senhor Jesus.
A imperatriz da Rússia, trocando apenas uma vírgula, salvou um prisioneiro do exílio. A mensagem que recebeu, dizia assim:
“Perdão impossível, enviar para a Sibéria.”
Com muito tato e cuidado, ela transferiu a vírgula para outro lugar, e a ordem passou a ser:
“Perdão, impossível enviar para a Sibéria.”
Houve uma rebelião em determinada cidade, e o governante comunicou a revolta ao seu superior, dizendo: “Devo fazer fogo ou poupar a cidade?” A resposta do superior foi:
“Fogo não, poupe a cidade.”
Lamentavelmente, o funcionário do Correio trocou a vírgula e escreveu no telegrama de resposta:
“Fogo, não poupe a cidade.”
A cidade foi arrasada.
(Pontuação na escrita, págs. 16-17, grifos e itálicos meus).
Lucas 24:6 – “Não está aqui, mas ressucitou...”
Meu irmão, como você gostaria fosse traduzido o texto de São Lucas 24:6, que fala da ressurreição de Jesus. Observe:
assim – “Ressuscitou! não está aqui.”
ou assim – “Ressuscitou? Não! Está aqui.”
Portanto, tem lógica o fato de que uma vírgula colocada fora de lugar poderá mudar o sentido do texto ou de uma frase, com resultados funestos. Inda mais, quando já se tem a crença vertida para a recompensa após a morte.
Irmão, se quando a pessoa morre, sendo boa vai para o Céu, gozar as delícias do paraíso e, sendo má, vai queimar-se eternamente no fogo, imediatamente após a morte, que valor tem a pregação do evangelho sobre a volta de Jesus? Que proveito terá o juízo de que fala a Bíblia? E qual a finalidade da ressurreição, que é doutrina básica de todas as igrejas protestantes? Diante disso, é mister que se dê atenção mais acurada ao problema, senão teremos um amontoado de contradições na Bíblia, o que é inconcebível, não é?.
Lucas 23: 43, como se disse, é questão pessoal de tradução. Por conseguinte, é vital que atentemos para o pedido do ladrão, antes da resposta dada por Jesus. A versão Almeida, edição revista e corrigida, menciona este pedido de Dimas:
Lucas 23:42
“...Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no Teu reino.”
Por outro lado, “boas traduções rezam que o ladrão pediu a Jesus que se lembrasse dele, ‘quando VIERES no Teu reino’. Assim, por exemplo, fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a Francesa L. Segond, a Inglesa de King James, e outras.” – Subt. do Erro, A. B. Christianini, pág. 221, grifos meus.
É mais racional admitir que a tradução correta seja: “quando vieres no Teu reino”, e não “quando entrares no Teu reino”, porque a comprovação escriturística, insofismável, é de que os salvos só entrarão no Reino quando Cristo voltar, pelos versos já mencionados e agora nas palavras cristalinas do evangelista:
Mateus 25:31-34
“E quando o Filho do Homem vier em Sua glória e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dEle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; e porá as ovelhas à Sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Por conseguinte, somente nessa ocasião o ladrão irá ao paraíso, e não somente ele, mas como disse Paulo: “Todos os que amarem a Sua vinda”. Eu, você, nossos queridos falecidos que ressuscitarão nesse dia. Aleluia!
Caro irmão, penso que esteja tudo claro, porém como temos feito nestes estudos, é bom deixar que a Bíblia fale poderosamente, esse deve ser o nosso costume. Particularmente creio tenha ocorrido uma impropriedade de tradução em Lucas 23:43, pois caso contrário teríamos uma tremenda contradição, porque a Bíblia diz que JESUS NÃO SUBIU AO CÉU NAQUELE DIA! Você sabia? Sim, não se espante. Há provas. A Escritura Sagrada é clara: Três dias depois da Sua morte, Jesus disse a Maria Madalena:
João 20: 17 (Matos Soares)
“Não Me toques, porque ainda não subi para Meu Pai...”
Ora, se o Senhor afirmou que não subiu três dias depois de morto, quem poderá dizer o contrário? Por isso não é correto aceitar tenha Jesus prometido estar com o ladrão naquele dia, isto é, o de Sua morte, no paraíso! Ou será que o paraíso é na sepultura? É lógico que a vírgula foi mal colocada, não acha?
Fica claro então, comprovado pelas Escrituras Sagradas que o único lugar para onde Jesus pode ter ido quando morreu, foi a sepultura, e ali descansou, repousando no Sábado, de Sua obra de redenção, semelhante ao que fizera no Sábado da criação.
Volvo meus pensamentos para o irmão agora; talvez você já creia nesta grande verdade, mas... se ainda duvida, permita-me dizer-lhe com todo amor, respeito e zelo:
O LADRÃO NÃO MORREU NAQUELE DIA EM QUE FIZERA SUA DRAMÁTICA SÚPLICA A JESUS.
A pontuação silábica é tão importante em qualquer escrito, que, apenas uma vírgula, um dos menores sinais gráficos, pode causar ou evitar uma morte, acabar ou criar uma guerra, separar ou juntar amigos. Para você compreender, veja estas duas experiências, anote no coração e se alegre no Senhor Jesus.
A imperatriz da Rússia, trocando apenas uma vírgula, salvou um prisioneiro do exílio. A mensagem que recebeu, dizia assim:
“Perdão impossível, enviar para a Sibéria.”
Com muito tato e cuidado, ela transferiu a vírgula para outro lugar, e a ordem passou a ser:
“Perdão, impossível enviar para a Sibéria.”
Houve uma rebelião em determinada cidade, e o governante comunicou a revolta ao seu superior, dizendo: “Devo fazer fogo ou poupar a cidade?” A resposta do superior foi:
“Fogo não, poupe a cidade.”
Lamentavelmente, o funcionário do Correio trocou a vírgula e escreveu no telegrama de resposta:
“Fogo, não poupe a cidade.”
A cidade foi arrasada.
(Pontuação na escrita, págs. 16-17, grifos e itálicos meus).
Lucas 24:6 – “Não está aqui, mas ressucitou...”
Meu irmão, como você gostaria fosse traduzido o texto de São Lucas 24:6, que fala da ressurreição de Jesus. Observe:
assim – “Ressuscitou! não está aqui.”
ou assim – “Ressuscitou? Não! Está aqui.”
Portanto, tem lógica o fato de que uma vírgula colocada fora de lugar poderá mudar o sentido do texto ou de uma frase, com resultados funestos. Inda mais, quando já se tem a crença vertida para a recompensa após a morte.
Irmão, se quando a pessoa morre, sendo boa vai para o Céu, gozar as delícias do paraíso e, sendo má, vai queimar-se eternamente no fogo, imediatamente após a morte, que valor tem a pregação do evangelho sobre a volta de Jesus? Que proveito terá o juízo de que fala a Bíblia? E qual a finalidade da ressurreição, que é doutrina básica de todas as igrejas protestantes? Diante disso, é mister que se dê atenção mais acurada ao problema, senão teremos um amontoado de contradições na Bíblia, o que é inconcebível, não é?.
Lucas 23: 43, como se disse, é questão pessoal de tradução. Por conseguinte, é vital que atentemos para o pedido do ladrão, antes da resposta dada por Jesus. A versão Almeida, edição revista e corrigida, menciona este pedido de Dimas:
Lucas 23:42
“...Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no Teu reino.”
Por outro lado, “boas traduções rezam que o ladrão pediu a Jesus que se lembrasse dele, ‘quando VIERES no Teu reino’. Assim, por exemplo, fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a Francesa L. Segond, a Inglesa de King James, e outras.” – Subt. do Erro, A. B. Christianini, pág. 221, grifos meus.
É mais racional admitir que a tradução correta seja: “quando vieres no Teu reino”, e não “quando entrares no Teu reino”, porque a comprovação escriturística, insofismável, é de que os salvos só entrarão no Reino quando Cristo voltar, pelos versos já mencionados e agora nas palavras cristalinas do evangelista:
Mateus 25:31-34
“E quando o Filho do Homem vier em Sua glória e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dEle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; e porá as ovelhas à Sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Por conseguinte, somente nessa ocasião o ladrão irá ao paraíso, e não somente ele, mas como disse Paulo: “Todos os que amarem a Sua vinda”. Eu, você, nossos queridos falecidos que ressuscitarão nesse dia. Aleluia!
Caro irmão, penso que esteja tudo claro, porém como temos feito nestes estudos, é bom deixar que a Bíblia fale poderosamente, esse deve ser o nosso costume. Particularmente creio tenha ocorrido uma impropriedade de tradução em Lucas 23:43, pois caso contrário teríamos uma tremenda contradição, porque a Bíblia diz que JESUS NÃO SUBIU AO CÉU NAQUELE DIA! Você sabia? Sim, não se espante. Há provas. A Escritura Sagrada é clara: Três dias depois da Sua morte, Jesus disse a Maria Madalena:
João 20: 17 (Matos Soares)
“Não Me toques, porque ainda não subi para Meu Pai...”
Ora, se o Senhor afirmou que não subiu três dias depois de morto, quem poderá dizer o contrário? Por isso não é correto aceitar tenha Jesus prometido estar com o ladrão naquele dia, isto é, o de Sua morte, no paraíso! Ou será que o paraíso é na sepultura? É lógico que a vírgula foi mal colocada, não acha?
Fica claro então, comprovado pelas Escrituras Sagradas que o único lugar para onde Jesus pode ter ido quando morreu, foi a sepultura, e ali descansou, repousando no Sábado, de Sua obra de redenção, semelhante ao que fizera no Sábado da criação.
Volvo meus pensamentos para o irmão agora; talvez você já creia nesta grande verdade, mas... se ainda duvida, permita-me dizer-lhe com todo amor, respeito e zelo:
O LADRÃO NÃO MORREU NAQUELE DIA EM QUE FIZERA SUA DRAMÁTICA SÚPLICA A JESUS.
Por conseguinte, como iria ao paraíso?
A Bíblia confirmará esta palavra, pois ela é a nossa regra de fé, somente. Mas para isso, teremos que ser humildes ao analisar as últimas cenas do Calvário:
João 19:31-33
“Os judeus pois, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto que era a preparação (pois era grande o dia de sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Foram pois os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que com Ele fora crucificado; mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não lhe quebraram as pernas.”
Compreendeu?
Quebrar as pernas dos crucificados (“castigo do crucifragium”) é a maior prova de que eles normalmente não morriam no mesmo dia, e, quando se tratasse de uma pessoa robusta, durava, na cruz, até sete dias, em seu martírio.
A respeito diz o comentarista bíblico, não Adventista, J.B. Howell:
“O crucificado permanecia dependurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes sete.” – Grifos meus.
Agora, veja você, caro irmão: se foi imperioso quebrar as pernas dos malfeitores no pôr-do-Sol de sexta-feira, que era o dia de preparação para o Sábado, é lógico, foi preciso porque eles não haviam morrido ainda. Mas, note bem, Jesus morrera. Evidente que os dois ladrões não foram supliciados como foi o Mestre. Não receberam as chicotadas, os bofetões, nem passaram pela agonia do Getsêmani, não foram furados com as lanças dos soldados, nem tiveram o coração partido pelos pecados do mundo, nem foram pregados, mas, amarrados tão somente; por isso é que ainda permaneciam vivos enquanto Jesus já havia morrido.
Se Dimas não fosse robusto de físico, forte, vigoroso bastante para permanecer sete dias dependurado na cruz, ou quem sabe, 5, 4, 3 dias, uma coisa é certa, em última análise, na pior das hipóteses, ele teve mais um dia de vida que Jesus. Então pergunto-lhe: COMO PODIA ESTAR DIMAS COM JESUS NO PARAÍSO NO MESMO DIA, estando Jesus morto e ele vivo?
Sim, irmão, houve um lapso na colocação da vírgula. Consequentemente, o texto correto de Lucas 23:43, no bom português é:
“...Em verdade te digo HOJE (dois pontos) estarás Comigo no paraíso.”
Ou: “...Te afirmo agora:
Ou seja, quando Jesus voltar e disser:
Mateus 25: 34
“Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Portanto, não é preciso consultar hermeneutas, exegetas, nem o grego ou o aramaico, basta estudar a santa Bíblia, comparando texto com texto, e o Espírito Santo esclarecerá a verdade para o coração sincero.
Finalizando, minha oração por você, amado irmão, são estas palavras de Jesus:
Mateus 11: 25
“...graças Te dou, ó Pai, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos.” Glória a Deus!
A Bíblia confirmará esta palavra, pois ela é a nossa regra de fé, somente. Mas para isso, teremos que ser humildes ao analisar as últimas cenas do Calvário:
João 19:31-33
“Os judeus pois, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto que era a preparação (pois era grande o dia de sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Foram pois os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que com Ele fora crucificado; mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não lhe quebraram as pernas.”
Compreendeu?
Quebrar as pernas dos crucificados (“castigo do crucifragium”) é a maior prova de que eles normalmente não morriam no mesmo dia, e, quando se tratasse de uma pessoa robusta, durava, na cruz, até sete dias, em seu martírio.
A respeito diz o comentarista bíblico, não Adventista, J.B. Howell:
“O crucificado permanecia dependurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes sete.” – Grifos meus.
Agora, veja você, caro irmão: se foi imperioso quebrar as pernas dos malfeitores no pôr-do-Sol de sexta-feira, que era o dia de preparação para o Sábado, é lógico, foi preciso porque eles não haviam morrido ainda. Mas, note bem, Jesus morrera. Evidente que os dois ladrões não foram supliciados como foi o Mestre. Não receberam as chicotadas, os bofetões, nem passaram pela agonia do Getsêmani, não foram furados com as lanças dos soldados, nem tiveram o coração partido pelos pecados do mundo, nem foram pregados, mas, amarrados tão somente; por isso é que ainda permaneciam vivos enquanto Jesus já havia morrido.
Se Dimas não fosse robusto de físico, forte, vigoroso bastante para permanecer sete dias dependurado na cruz, ou quem sabe, 5, 4, 3 dias, uma coisa é certa, em última análise, na pior das hipóteses, ele teve mais um dia de vida que Jesus. Então pergunto-lhe: COMO PODIA ESTAR DIMAS COM JESUS NO PARAÍSO NO MESMO DIA, estando Jesus morto e ele vivo?
Sim, irmão, houve um lapso na colocação da vírgula. Consequentemente, o texto correto de Lucas 23:43, no bom português é:
“...Em verdade te digo HOJE (dois pontos) estarás Comigo no paraíso.”
Ou: “...Te afirmo agora:
Ou seja, quando Jesus voltar e disser:
Mateus 25: 34
“Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Portanto, não é preciso consultar hermeneutas, exegetas, nem o grego ou o aramaico, basta estudar a santa Bíblia, comparando texto com texto, e o Espírito Santo esclarecerá a verdade para o coração sincero.
Finalizando, minha oração por você, amado irmão, são estas palavras de Jesus:
Mateus 11: 25
“...graças Te dou, ó Pai, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos.” Glória a Deus!
Abrazo!!!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
CASTIGO ETERNO (SEM FIM) PARA OS PECADORES?
“Porque, eis que Eu crio Céus novos e nova Terra, e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão.” Isaías 65: 17.
Não coaduna com o pensamento divino pecadores ficarem queimando para todo o sempre em uma Terra renovada.Deus disse para o homem: “CERTAMENTE MORRERÁS” – Gênesis 2: 17.
Satanás retrucou: “CERTAMENTE NÃO MORRERÁS” – Gênesis 3: 4.
Quem falou a verdade?
Esta mentira satânica, de que “os pecadores viverão para sempre, e que nem o fogo do inferno poderá extinguir a centelha de vida”, tem sido pregada dos púlpitos, em acintosa rejeição à Palavra de Deus.
O castigo dos ímpios é por tempo limitado.
O galardão dos justos é para sempre.
A idéia medieval do inferno predomina ainda entre boa parte da cristandade. Um inferno semelhante ao criado pela superstição romana em que homens ficarão eternamente queimando, fustigados pelos tridentes dos demônios que o habitam.
Este pensamento de que o pecador queimará para sempre, é esposado por ilustres cristãos que o aceitam sempre associado com suplício, terror, tormento e dor, intermináveis. Para tal, baseiam-se em três textos bíblicos, especialmente:
Mateus 25: 46
“E irão eles para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.”
Marcos 9: 43,46
“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrar na vida aleijado, do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.”
Mateus 25: 41
“Então dirá também aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.”
Qualquer irmão, com sinceridade, certamente lendo estas passagens isoladas, irá crer nesse inferno que por aí é propalado. Mas, na verdade, o que realmente ensina a Bíblia a respeito? Consultemo-la.
Inferno quer dizer sepultura, lugar de silêncio, parte inferior, lugar dos mortos. É traduzido da palavra hebraica sheol no Antigo Testamento e da palavra grega hades no Novo Testamento. É para lá que, após a morte, todos, tanto bons quanto maus, ricos e pobres, salvos ou não, irão aguardar a ressurreição. Pois inferno é sepultura. Ouça:
Jonas 2: 1-2
“E orou Jonas ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe, e disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e Ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e Tu ouviste a minha voz.”
Observe que, aqui, inferno não dá idéia de suplício, nem de fogo, nem de punição, tormento ou agonia, mas simplesmente de um lugar inferior – neste caso, as profundezas do Mar Mediterrâneo.
Salmo 89: 48
“Que homem há, que viva, e não veja a morte? Ou que livre a sua alma do poder do mundo invisível?”
Esclarece, pois, o salmista, que todos os seres humanos morrerão, indo à sepultura (inferno), que denomina lugar invisível.
Jó 17: 13
“Se eu olhar a sepultura como a minha casa, se nas trevas estender a minha cama.”
O patriarca chama a sua casa de sepultura (inferno), e Salomão, o grande sábio, assim afirma, veja:
Provérbios 5: 5
“Os seus pés descem à morte, os seus passos firmam-se no inferno.”
Evidentemente, não há dúvida de que o inferno crido pelos autores bíblicos é um lugar inferior, debaixo da terra, a sepultura, lugar de todos os mortais.
Chamo a atenção do irmão, agora, para o aspecto mais contundente da verdade que desejo apresentar. Observe estes dois textos da Escritura:
Salmo 16: 10
“Pois não deixará a Minha alma no inferno, nem permitirá que o Teu Santo veja a corrupção.”
Atos 2: 27
“Pois não deixarás a Minha alma no hades, nem permitirás que o Teu Santo veja a corrupção.”
Notou? Lucas troca a palavra inferno, que Davi usa, pelo vocábulo hades, e no verso 31 esclarece cristalinamente que quando se reportava ao inferno, isto é, que Cristo não permaneceria no inferno, estava se referindo ao inferno como sepultura, ao asseverar:
Atos 2: 31
“Nesta previsão disse da ressurreição de Cristo que a Sua alma não foi deixada no hades...”
Portanto, nada mais claro que o inferno é sepultura, assim demonstrado pelos textos lidos, através da inspiração dos expositores bíblicos, patriarcas, profetas, apóstolos e o médico Lucas.
Desta forma, nenhuma destas passagens que se referem ao inferno quer dar a idéia de suplício, castigo ou fogo. Não ensina a Bíblia em nenhuma de suas páginas que há um lugar especial no Cosmo ou na Terra, sobre ela ou debaixo dela, que se tenha transformado no inferno, com demônios, fogo e suplício.
Quanto ao “fogo que nunca se apaga”, “nem o seu verme morre”, aparentemente sugere o castigo interminável, mas... vamos examinar estes textos à luz da Palavra de Deus, confrontando com a História Universal, para que a verdade aflore e edifique a nossa fé, certo?
Antes, porém, observe que o fogo não devora o bicho! Ora, quem executa o juízo? O fogo ou o bicho? Também, se o bicho não morresse, a destruição não seria completa, seria meia destruição, não é?
Havia ao redor dos muros de Jerusalém, um vale muito grande onde os pagãos queimavam crianças vivas em honra ao deus Moloque, e também eram ali lançados os detritos, cadáveres de malfeitores, supliciados, corpos de animais e toda sorte de imundícies recolhidas na cidade.
Era um vazadouro de lixo (lixão público da cidade). Ali era acendido um “fogo que nunca se apagava”, isto é, estava constantemente aceso, haja vista haver todos os dias despejo de detritos e muita “carniça”.
Dessa forma, os dejetos que não eram consumidos pela ação intermitente do fogo, o era pela ação devastadora dos “vermes”, que proliferavam aos montões naquele amontoado de lixo. Digo-lhe, amado, aquele fogo “que não se apagava” era essencial, sobretudo, para a preservação da saúde do povo do lugar, daí ser reacendido a todo instante, para nunca se apagar.
Esse era o chamado Vale de Hinon ou Geena (Jer. 7:31). Certamente a cena impressionava os escritores bíblicos. Estando, pois, indelével em suas mentes, fazem aplicação desse quadro no campo espiritual, tornando-o um “simbolismo do fogo consumidor do último dia do julgamento e punição dos ímpios.”
Muitos aplicam a expressão “fogo eterno” ao desejo mórbido de ver pecadores (ainda que o sejam) queimando por toda a eternidade sem fim, entre gritos alucinantes. Mas, isto não é certo, quer ver? Responda-me: As cidades de Sodoma e Gomorra estão queimando até hoje? Ouça:
Judas 7
“Assim, Sodoma e Gomorra... havendo-se corrompido... foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”
Não é gritante a clareza do texto? Foi posta como EXEMPLO da pena do fogo eterno. Vale enfatizar que estas cidades foram mencionadas pelo irmão de Jesus como sendo exemplo de quem recebe o castigo do fogo eterno.
Mas, meu prezado irmão, embora tenham sofrido a pena do fogo eterno, não estão essas ímpias cidades queimando até hoje, correto? A eternidade daquele fogo devorador foi tão rápida, que durou apenas “um momento”. Eis a prova:
Lamentações 4: 6
“Porque maior é a maldade da filha do meu povo que o pecado de Sodoma e Gomorra, a qual se subverteu como num momento...”
Deus tomou as providências para o esclarecimento definitivo do fato. Sabe você o que existe no lugar dessas ímpias cidades? Um mar! Sim, o Mar Morto. (85 km de água super salgada ao sul da Palestina). E o fogo eterno, onde está?
Ainda há uma segura e abalizada palavra profética sobre o assunto. Preste muita atenção:
Jeremias 17: 27
“Mas, se não Me derdes ouvido, para santificardes o dia de Sábado, para não trazerdes carga alguma, quando entrardes pelas portas de Jerusalém no dia de Sábado, então acenderei fogo nas suas portas, o qual consumirá os palácios de Jerusalém, e não se apagará...”
O profeta diz que tal fogo é semelhante a um fogo eterno. Agora o irmão vai ver o cumprimento inloco dessa formidável profecia:
II Crônicas 36: 19-21
“E queimaram a casa do Senhor e derrubaram os muros de Jerusalém, e todos os seus palácios queimaram a fogo... para que se cumprisse a Palavra do Senhor, pela boca de Jeremias, até que a Terra se agradasse dos Seus Sábados...”
Pois bem, a profecia de Jeremias cumpriu-se religiosamente, demonstrando ao mundo a sacrossantidade do Sábado; apenas o fogo que ele mencionou não se apagaria; apagou-se! E agora: O profeta mentiu? Não foi ele inspirado pelo Espírito Santo? Aguarde! Os edomitas estavam sob a indignação do Senhor e Isaías então preconizou:
Isaías 34: 9-10 – “E os seus ribeiros se transformarão em pez (piche), e o seu pó em enxofre, e a sua terra em pez ardente. Nem de noite nem de dia se apagará, para sempre o seu fumo subirá...”
Sim, amado, foi profetizado que os rios da cidade de Edom se transformariam em piche ardente e sua fumaça subiria ao Céu para sempre, e nunca se apagaria. Mas, pergunto-lhe: Onde estão os edomitas? Já desapareceram há milênios e na sua terra o fumo não está subindo nem queimando e muito menos o piche (matéria prima do asfalto) está ardendo até hoje (Eze. 25: 13-14). O eterno, então, teve limitações? – Sim, teve, com sinceridade devemos crer. Grave esta declaração:
“Para qualquer pessoa isenta de preconceitos, as palavras que se traduzem por ‘eterno’ e ‘todo o sempre’ não significam necessariamente que nunca terão fim. No Novo Testamento, vem do grego aión, ou do adjetivo aiónios. É impossível forçar este radical grego significar sempre um período que não tem fim. Quando aplicado a coisas terrenas tem sentido restrito de duração enquanto durar a coisa a que se liga; quando junto a Deus ou coisas derivadas de Deus, então, sim, exprime duração sem fim.” – Subtilezas do Erro, págs. 236/7, A.B. Cristianini, grifos meus.
Compreende? Que haverá o castigo eterno dos pecadores, através do “fogo eterno”, não se pode duvidar. É inegável! Porém, o fogo eterno é enquanto existir “matéria” para queimar. Porém, acabando os elementos, seja animal ou vegetal, o fogo apagará, assim como apagou-se nas cidades de Sodoma e Gomorra, nas portas de Jerusalém e nas cidades de Edom.
Certamente o castigo que Deus infligirá aos pecadores será de acordo com o grau de pecado cometido. Os pecadores pagarão até o “útimo ceitil” (Mat. 5: 26). Logicamente se um pecou mais que o outro, esse queimará mais que aquele, mas terá fim, por três razões fundamentais e simples:
Primeira: Desejar que seres humanos, ainda que pecadores, fiquem queimando por toda uma eternidade, entre gritos lancinantes de dor, é um desejo mórbido, inconcebível no cristão e estranho para Deus.
Segunda: Deus, através do profeta Malaquias, deixa claro que o aniquilamento do pecador seguir-se-á imediatamente após haver pago todos os seus pecados, na terceira vinda de Cristo.Vamos ler:
Malaquias 4: 1-3
“Porque eis que aquele dia vem ardendo como forno; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha, e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo. E pisareis os ímpios, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que farei, diz o Senhor dos Exércitos.”
ESCLARECENDO:
“Raiz”: Satanás. “Ramos”: Todos os que lhe deram ouvidos. Todos serão extirpados da face da Terra. “Naquele dia” – a volta de Jesus.”
Terceira: A erradicação de todo resquício do mal é “essencial ao bem-estar de toda a criação”. O profeta Isaías consolida o assunto afirmando que Deus “aniquilará a morte para sempre...” (Isa. 25: 8). Eu não duvido, e você?
Finalizando, digo-lhe amado, os ímpios desaparecerão sob a ação do fogo de Deus, junto com Satanás e suas hostes de maldade, e com esse fogo, que os destruirá para sempre, Deus purificará toda a Terra, para receber de volta o Jardim do Éden e posteriormente doando-a em possessão eterna aos salvos (Mat. 5: 5).
Seria desconcertante habitar uma Terra nova e pura, restaurada, repleta de gozo, felicidade e paz, ouvindo gritos horríveis de pecadores queimando, não é? Claro que sim!
Que acha você seja melhor: Gozar as delícias eternas, sabendo que, em algum lugar, estão pecadores, parentes e amigos, queimando, entre gritos de desespero, ou o prazer do salvo será melhor sabendo ele que o pecador já recebeu seu castigo, pagou o que devia, e desapareceu completamente?
“Raiz”: Satanás. “Ramos”: Todos os que lhe deram ouvidos. Todos serão extirpados da face da Terra. “Naquele dia” – a volta de Jesus.”
Terceira: A erradicação de todo resquício do mal é “essencial ao bem-estar de toda a criação”. O profeta Isaías consolida o assunto afirmando que Deus “aniquilará a morte para sempre...” (Isa. 25: 8). Eu não duvido, e você?
Finalizando, digo-lhe amado, os ímpios desaparecerão sob a ação do fogo de Deus, junto com Satanás e suas hostes de maldade, e com esse fogo, que os destruirá para sempre, Deus purificará toda a Terra, para receber de volta o Jardim do Éden e posteriormente doando-a em possessão eterna aos salvos (Mat. 5: 5).
Seria desconcertante habitar uma Terra nova e pura, restaurada, repleta de gozo, felicidade e paz, ouvindo gritos horríveis de pecadores queimando, não é? Claro que sim!
Que acha você seja melhor: Gozar as delícias eternas, sabendo que, em algum lugar, estão pecadores, parentes e amigos, queimando, entre gritos de desespero, ou o prazer do salvo será melhor sabendo ele que o pecador já recebeu seu castigo, pagou o que devia, e desapareceu completamente?
OS ATRIBUTOS DO CARÁTER DE DEUS SÃO:
— AMOR, JUSTIÇA, MISERICÓRDIA —
Nenhum dos atos divinos pode estar dissociado destes elementos.
AMOR Deus não quer que o homem se perca (perdendo-se, será por sua exclusiva vontade, porque Deus perdoa a todo pecador e qualquer pecado, desde que confessado e abandonado), mas não pode interferir em sua vontade. Se ele rejeita a salvação, Deus tem que executar a justiça.
JUSTIÇA Erradicar o mal completamente da Terra. Destruir Satanás, seus anjos maus e os pecadores que recusaram a salvação, ficando agarrados ao pecado.
MISERICÓRDIA A morte do pecador, conquanto pareça um ato estranho da divindade, é um gesto de misericórdia de Deus, pois que, seria um suplício para o ímpio estar em um ambiente onde não tivesse os prazeres e deleites que amou e decidiu não renunciar, em toda a sua vida.
Embora o pecador, de livre escolha, recuse a vida eterna e seja condenado ao inferno para ser devorado pelas chamas, padecendo sem nunca morrer, caracterizaria a justiça sem misericórdia, e assim o amor de Deus seria posto em dúvida.
— AMOR, JUSTIÇA, MISERICÓRDIA —
Nenhum dos atos divinos pode estar dissociado destes elementos.
AMOR Deus não quer que o homem se perca (perdendo-se, será por sua exclusiva vontade, porque Deus perdoa a todo pecador e qualquer pecado, desde que confessado e abandonado), mas não pode interferir em sua vontade. Se ele rejeita a salvação, Deus tem que executar a justiça.
JUSTIÇA Erradicar o mal completamente da Terra. Destruir Satanás, seus anjos maus e os pecadores que recusaram a salvação, ficando agarrados ao pecado.
MISERICÓRDIA A morte do pecador, conquanto pareça um ato estranho da divindade, é um gesto de misericórdia de Deus, pois que, seria um suplício para o ímpio estar em um ambiente onde não tivesse os prazeres e deleites que amou e decidiu não renunciar, em toda a sua vida.
Embora o pecador, de livre escolha, recuse a vida eterna e seja condenado ao inferno para ser devorado pelas chamas, padecendo sem nunca morrer, caracterizaria a justiça sem misericórdia, e assim o amor de Deus seria posto em dúvida.
CONSIDERE:
Se o pecador ficar queimando para sempre, é uma prova de que ele tem vida eterna, razão por que não morre. Mas a Bíblia afirma que o dom da vida eterna é para os justos e salvos, apenas. A morte, por conseguinte, faz cessar a vida, e não continuar.
Se o pecador vai ficar queimando em sofrimento, como conciliar com a afirmação bíblica de que o sofrimento será erradicado da Terra? (Apoc. 21:4). A Nova Terra também não pode abrigar coisas velhas, principalmente pecadores queimando.
A mãe é a mais preciosa dádiva divina. Você, como um filho amoroso, suponhamos, tem uma mãe que recusa aceitar o evangelho. Você insiste, apela, pois quer vê-la no Céu. Ela recusa, se mostra indiferente, e então, com profunda tristeza e pesar, você percebe que ela não foi salva. Isto não interfere no seu amor de filho. Embora “perdida” você jamais desejaria vê-la no fogo para sempre, certo? O amor filial explodiria em seu peito e faria você recusar esta idéia profundamente cruel.
Se a relação de filho para com a mãe, é assim, como não será de pai (o Pai do Céu) para filho?
Este amor tem o Pai Celestial pelos pecadores. Ainda que, como tais, pereçam, o amor de Deus não permitirá que fiquem sofrendo no fogo para todo o sempre.
– Simplesmente desaparecerão, após pagar todos seus pecados!
Apresentando certa vez este tema a um querido irmão observador do domingo, disse ele enfático: “Se o pecador não ficar queimando no inferno, então comamos e bebamos que amanhã morreremos.”
Ele deixou transparecer que, sem inferno e suplício eterno, melhor seria viver no gozo do pecado hoje. Este é um preconceito que surge imperceptivelmente até mesmo em corações muito sinceros, todavia, este sentimento em relação ao ímpio de exigir que fique queimando para sempre, é estranho à Bíblia e não encontra eco no coração de Deus.
Você, meu dileto irmão, jamais esqueça: É o amor que nos deve constranger a obediência e não o terror do castigo.
Se o pecador ficar queimando para sempre, é uma prova de que ele tem vida eterna, razão por que não morre. Mas a Bíblia afirma que o dom da vida eterna é para os justos e salvos, apenas. A morte, por conseguinte, faz cessar a vida, e não continuar.
Se o pecador vai ficar queimando em sofrimento, como conciliar com a afirmação bíblica de que o sofrimento será erradicado da Terra? (Apoc. 21:4). A Nova Terra também não pode abrigar coisas velhas, principalmente pecadores queimando.
A mãe é a mais preciosa dádiva divina. Você, como um filho amoroso, suponhamos, tem uma mãe que recusa aceitar o evangelho. Você insiste, apela, pois quer vê-la no Céu. Ela recusa, se mostra indiferente, e então, com profunda tristeza e pesar, você percebe que ela não foi salva. Isto não interfere no seu amor de filho. Embora “perdida” você jamais desejaria vê-la no fogo para sempre, certo? O amor filial explodiria em seu peito e faria você recusar esta idéia profundamente cruel.
Se a relação de filho para com a mãe, é assim, como não será de pai (o Pai do Céu) para filho?
Este amor tem o Pai Celestial pelos pecadores. Ainda que, como tais, pereçam, o amor de Deus não permitirá que fiquem sofrendo no fogo para todo o sempre.
– Simplesmente desaparecerão, após pagar todos seus pecados!
Apresentando certa vez este tema a um querido irmão observador do domingo, disse ele enfático: “Se o pecador não ficar queimando no inferno, então comamos e bebamos que amanhã morreremos.”
Ele deixou transparecer que, sem inferno e suplício eterno, melhor seria viver no gozo do pecado hoje. Este é um preconceito que surge imperceptivelmente até mesmo em corações muito sinceros, todavia, este sentimento em relação ao ímpio de exigir que fique queimando para sempre, é estranho à Bíblia e não encontra eco no coração de Deus.
Você, meu dileto irmão, jamais esqueça: É o amor que nos deve constranger a obediência e não o terror do castigo.
Na Obra Católica “A Luz do Inferno”, há esta descrição infernal:
“Escutai a tremenda, horrível gritaria de milhões e milhões de criaturas atormentadas e enlouquecidas de fúria no inferno. Oh, os gritos de terror, os gemidos de dor, os brados de agonia, os guinchos de desespero de milhões e milhões!
“Escutai-os ali bramirem como leões, sibilarem como serpentes, latirem como cães; lamúrias de dragões. Ouvi ali o ranger de dentes e as terríveis blasfêmias dos demônios. Acima de tudo, ouvis o troar dos raios da ira divina, que abalam o inferno até as profundezas.
“Mas, há outro som... é o som dos oceanos de lágrimas que vertem os incontáveis milhões de olhos.”
Ufa! Este tipo de inferno foi o que, por muitos anos, ofuscou a crença em um Deus justo.
Esta doutrina diabólica, trouxe descrédito ao caráter de Deus e criou milhões de ateus.
“Um inferno ardendo eternamente, pregado do púlpito e conservado diante do povo, é uma injustiça ao benévolo caráter de Deus. Isto O apresenta como o maior tirano do universo. Este espalhado dogma tem encaminhado milhares ao universalismo, à infidelidade e ao ateísmo”. – EGW, Test. Sel. vol 1, págs. 119-120.
MEDITE NISTO:
• Se Deus “não tem prazer na morte do ímpio” (Eze. 33:11), quanto mais vê-lo sofrer para sempre, depois que a história do pecado acabar!
“Escutai a tremenda, horrível gritaria de milhões e milhões de criaturas atormentadas e enlouquecidas de fúria no inferno. Oh, os gritos de terror, os gemidos de dor, os brados de agonia, os guinchos de desespero de milhões e milhões!
“Escutai-os ali bramirem como leões, sibilarem como serpentes, latirem como cães; lamúrias de dragões. Ouvi ali o ranger de dentes e as terríveis blasfêmias dos demônios. Acima de tudo, ouvis o troar dos raios da ira divina, que abalam o inferno até as profundezas.
“Mas, há outro som... é o som dos oceanos de lágrimas que vertem os incontáveis milhões de olhos.”
Ufa! Este tipo de inferno foi o que, por muitos anos, ofuscou a crença em um Deus justo.
Esta doutrina diabólica, trouxe descrédito ao caráter de Deus e criou milhões de ateus.
“Um inferno ardendo eternamente, pregado do púlpito e conservado diante do povo, é uma injustiça ao benévolo caráter de Deus. Isto O apresenta como o maior tirano do universo. Este espalhado dogma tem encaminhado milhares ao universalismo, à infidelidade e ao ateísmo”. – EGW, Test. Sel. vol 1, págs. 119-120.
MEDITE NISTO:
• Se Deus “não tem prazer na morte do ímpio” (Eze. 33:11), quanto mais vê-lo sofrer para sempre, depois que a história do pecado acabar!
• Imagine, Deus exigir de uma pessoa que pecou durante 70, 80 ou 90 anos que fique queimando milhões e milhões de anos na eternidade sem fim. Não tem sequer lógica, não é?
Querido irmão, a vida é decisão constante. Se você crê na doutrina do “castigo eterno” como acabo de lhe apresentar, decida-se a vivê-la e ensiná-la aos que ainda a desconhecem.
Abrazo!
Assinar:
Postagens (Atom)






